O primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, fez um apelo público ao Irã para que o país não use o território libanês como palco para disputas e negociações regionais.
Em mensagens nas redes sociais, Salam destacou que os interesses do Líbano devem estar acima de qualquer influência externa e criticou a continuidade dos conflitos no sul do país.
Enquanto isso, o grupo Hezbollah rejeitou o acordo de cessar-fogo firmado entre Israel e o Líbano, mediado pelos Estados Unidos. O acordo demandava a retirada dos combatentes do grupo xiita do sul do Líbano, perto da fronteira com Israel.
O secretário-geral do Hezbollah, Naim Qassem, criticou o acordo e afirmou que a exigência para o desarmamento do grupo ameaça a soberania do Líbano.
Segundo Qassem, começar qualquer acordo com o desarmamento do grupo seria uma ameaça existencial ao povo e um enfraquecimento do país.

