Gustavo Petro, presidente da Colômbia, revelou que sobreviveu a um plano de assassinato contra sua vida. Ele relatou que houve ações intencionais para impedir sua reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ocorreu no início de fevereiro na Casa Branca.
Durante um discurso público, Petro explicou que enfrentou múltiplos desafios que colocaram sua segurança e a de seus familiares em risco. Ele destacou que em determinados momentos houve dificuldade em pousar aeronaves nos locais previstos, além de ameaças certas, como ataques contra o helicóptero que pilotava.
O presidente contou que precisou viajar por horas sobre mar aberto para alcançar um destino seguro, diante da sabotagem aérea.
Detalhes da reunião com Donald Trump
Ao finalizar o encontro com Trump, Petro compartilhou nas redes sociais uma foto apertando a mão do líder norte-americano, que deixou uma dedicatória elogiosa. Também exibiu um presente especial recebido, um livro autografado com palavras de admiração.
Suspeitas e investigação
Gustavo Petro mencionou a possível participação de um general afastado da Polícia, que teria sido instruído por fontes externas. Entre as acusações mais sérias está o uso de substâncias psicoativas para tentar comprometer sua imagem e barrar a reunião com Trump. Segundo ele, muitos envolvidos na trama foram afastados, porém a vigilância permanece intensificada.
O presidente destaca que as motivações por trás desses atos são ligadas a questões éticas, religiosas, espirituais e políticas, reafirmando seu compromisso em continuar seu trabalho pelo país.
