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Por covid-19, cidades de MG montam barreiras para limitar turistas de SP

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Bloqueios foram formados devido ao grande avanço do coronavírus no interior paulista, que faz divisa com a região Sul de Minas Gerais

Trânsito em SP: cidades do interior têm registrado grande aumento de casos da covid-19 (BRUNO ESCOLASTICO/PHOTOPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO/Estadão Conteúdo)

Ao menos oito cidades do sul de Minas Gerais instalaram barreiras para controlar o acesso de turistas do Estado de São Paulo. Com a abertura parcial do comércio na região, bastante procurada pelos paulistas durante o inverno, houve aumento na entrada de visitantes e havia previsão de um grande fluxo neste fim de semana prolongado pelo feriado de Corpus Christi.

As ações foram tomadas devido ao grande avanço do coronavírus no interior paulista, que faz divisa com essa região de Minas, e o alto risco de contaminação. As cidades mineiras registram índices baixos da doença.

Em Poços de Caldas, quatro barreiras foram instaladas, na manhã desta quinta-feira, 11, nos acessos principais da cidade. A prefeitura pediu apoio à Polícia Militar para dar cobertura aos agentes envolvidos na abordagem dos veículos. A cidade fica na divisa com a região leste do interior paulista. Acessos secundários foram fechados com barreiras físicas.

Em Jacutinga, na mesma região, as barreiras sanitárias permitem a passagem de ônibus com um terço da lotação. Quem chega à cidade tem a temperatura corporal medida e precisa responder a um questionário.

A prefeitura de Varginha voltou a instalar barreiras que tinham funcionado em outros feriados e pediu aos moradores que não estimulem a visita de parentes e amigos residentes no estado vizinho.

Os bloqueios vão funcionar até o dia 15 próximo, das 7 às 19 horas. Em São Lourenço, as barreiras funcionam 24 horas, inclusive em fins de semana e feriados, em três pontos da cidade. Não é permitida a entrada de visitantes, a não ser em casos de extrema necessidade.

A turística Monte Verde, distrito de Camanducaia, não proibiu o acesso de turistas, mas manteve barreiras para medir a temperatura e detectar possíveis casos de coronavírus. Um decreto permitiu o funcionamento dos hotéis com restrições. No município de Gonçalves, hotéis e pousadas estão fechados e as barreiras orientam quem chega.

Em Extrema, agentes da prefeitura medem a temperatura dos visitantes. A prefeitura de Ouro Preto, no circuito histórico mineiro, informou ter instalado “barreira sanitária com blitz educativa” na entrada principal da cidade. O bloqueio vai funcionar até a noite de domingo (14).

Minas Gerais tem 18.448 casos e 431 óbitos pela covid-19, números muito inferiores aos do estado de São Paulo, que até a manhã desta quinta registrou 156.316 casos e 9.862 mortes.

O secretário adjunto de Saúde de Minas, Marcelo Cabral, disse que as barreiras sanitárias estão previstas em lei federal e são municipais, adotadas conforme os critérios das prefeituras.

“Emitimos uma nota técnica para orientar os gestores locais sobre o estabelecimento dessas barreiras sanitárias com o intuito de exercer algum controle em relação às questões epidemiológicas, caso seja necessário”, disse.

 

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Semana do Alimento Orgânico começa com AgroBrasília Digital

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Objetivo é fornecer informações atuais aos agricultores sobre a produção orgânica e orientar consumidores a onde encontrar alimentos orgânicos

No DF, o espaço destinado à produção orgânica chegou a 466 hectares para a produção de hortigranjeiros em 2019. Foto: Divulgação

Começou nesta segunda-feira (6), a Semana dos Alimentos Orgânicos no Distrito Federal. O evento acontece até sexta-feira (10) durante a programação da AgroBrasília Digital 2020. Realizada anualmente em todo o país, a Semana tem como objetivo fornecer informações atuais aos agricultores sobre a produção orgânica e orientar consumidores a onde encontrar alimentos orgânicos e como eles são produzidos. A proposta é divulgar para a população os benefícios ambientais, sociais e para a saúde proporcionados por esses alimentos.

As transmissões do evento podem ser acompanhadas a partir do estande oficial da instituição na Feira AgroBrasília Digital, com apoio do Sebrae-DF, que disponibilizou uma plataforma de lives, viabilizando a realização da Semana dos Orgânicos em 2020.

Na programação, a coordenadora de Agroecologia e Produção Orgânica da Emater-DF, Isabella Belo, coordena o ciclo de palestras sobre “Sistemas orgânicos de produção animal: práticas e desafios”, nesta terça-feira (7), às 16h, na plataforma de lives do Sebrae. O extensionista Roberto Carneiro será moderador das apresentações sobre “Bioinsumos: práticas & perspectivas para a agricultura orgânica”, na quarta-feira (8), às 18h, também na plataforma do Sebrae. E na sexta-feira (10), às 16h, ele fala sobre “Sistemas orgânicos de produção vegetal: panorama e desafios”, por meio do Google Meets da AgroBrasília.

Produção orgânica

No Distrito Federal, o espaço destinado à produção orgânica chegou a 466 hectares para a produção de hortigranjeiros em 2019, conforme dados do relatório do Valor Bruto da Emater-DF. Em 2018, a área destinada ao cultivo foi de 314 hectares.

O alface foi a cultura que ocupou maior espaço, com 60 hectares. Mandioca, com área de produção de 35 hectares, banana, com 34 hectares, e brócolis, com 27 hectares, vieram em seguida. Cenoura e batata-doce, com 23 e 20 hectares, respectivamente, fecharam a lista de culturas orgânicas com mais de 20 hectares de área plantada.

Coordenadora de Agroecologia da Emater-DF, Isabella Belo disse que esse resultado representa um importante crescimento na área de cultivo. “Existe um crescimento de produção em decorrência da conscientização dos produtores e maior demanda dos consumidores. Os produtores têm buscado ter uma produção agrícola mais sustentável, pensando na saúde deles, da família, do consumidor e do meio ambiente”, explica.

Ao todo, são 263 produtores com certificação ou cadastrados como orgânicos no Distrito Federal, fora os produtores que estão em fase de conversão do convencional para o orgânico e os que estão em transição agroecológica. Nesse último caso, Isabella explica que não significa que eles querem se transformar em orgânico, mas são produtores que aplicam algumas práticas agroecológicas dentro da propriedade.

De acordo com a Pesquisa Consumidor Orgânico 2019, organizado pelo Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável (Organis), 19% da população consomem esses produtos regularmente, com uma média de três vezes por semana. Dois anos antes, o número ficou na casa dos 15%.

Parceria
A Emater-DF participa do evento em parceira com em parceria com Sebrae-DF, a Superintendência Federal de Agricultura do DF, Embrapa, Fape/Senar-DF, Korin Brasília, Sindiorgânico e demais integrantes da Comissão de Produção Orgânica do DF (CPORG-DF). A Emater-DF é uma empresa pública que atua na promoção do desenvolvimento rural sustentável e da segurança alimentar, prestando assistência técnica e extensão rural a mais de 18 mil produtores do DF e Entorno. Por ano, realiza cerca de 150 mil atendimentos, por meio de ações como oficinas, cursos, visitas técnicas, dias de campo e reuniões técnicas.

Confira a programação da Semana do Alimento Orgânico:

Segunda-feira (6)
17h às 18h – Produção animal & vegetal: experiências práticas do produtor para superar os desafios e vencer a crise.
Palestra com Marcos Palmeira
(Plataforma de live: Polo Palestrantes)

Terça-feira (7)
16h – Sistemas orgânicos de produção animal: práticas & desafios
Moderadora: Isabella Carlota Souza Belo – Emater-DF
João Paulo Guimarães Soares – Leite Orgânico – Embrapa Cerrados
Joe Carlo Viana Valle – Fazenda Malunga – Leite Orgânico
Luiz Carlos Demattê Filho– Korin e CTAO/Mapa – Avicultura orgânica
(Plataforma de live: Sebrae)

18h – Experiências de sucesso na comercialização de orgânicos
Moderador: Éber Diniz Alves de Lima – Sindiorgânico
– Inovações da Agro-orgânica – Josecler – 15 minutos
– Cooperativismo e inovação – A experiência da Cooperorg – Múcio Ésio N. Filho
– Inovações da AGE – Gustavo Leon
(Plataforma de live: Próprio Sebrae)

Quarta-feira (8)
16h – Perspectivas de mercado para os produtos orgânicos
Moderador: Verinaldo Souza – Korin
– Joe Valle – Fazenda Malunga
– Luiz Rebelatto – Sebrae/NA
(Plataforma de live: Próprio Sebrae)

18h – Bioinsumos: práticas & perspectivas para agricultura orgânica
Moderador: Roberto Carneiro – Emater-DF
Mariane Vidal – Mapa/Embrapa
Celso Tomita – produtor rural e consultor
(Plataforma de live: Próprio Sebrae)

Quinta-feira (9)
16h – Certificação orgânica & rastreabilidade
Moderador: Rodrigo Moll – Sebrae/DF
Luciana Dinato Rosa de Oliveira – Coordenadora Técnica do Opac Cerrado
Alexandre Harkaly – Diretor IBD
Adriana Nascimento – Emater-DF
(Plataforma de live: Próprio Sebrae)

16h – Qualidade dos produtos orgânicos
Moderadora: Virgínia Lira – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Ana Maria Junqueira– Universidade de Brasília
Bela Gil – Instituto Brasil Orgânico
(Plataforma de live: Polo Palestrantes)

Sexta-feira (10)
16h – Sistemas orgânicos de produção vegetal: panorama & desafios
Moderador: Leonardo Zimmer – Sebrae/DF
Rogério Dias – Instituto Brasil Orgânico
Roberto Carneiro – Emater-DF
(Plataforma de live: Google Meets AgroBrasília)

18h – Abelhas nativas: importância ecológica e econômica
Moderadora: Patrícia Ferreira Batista – Sebrae/DF
Guaracy Telles – Consultor e Produtor Rural
Carmen S. S. Pires – Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
Antônio Aguiar – Professor do Departamento de Zoologia da UnB
(Plataforma de live: Próprio Sebrae)

*Com informações da Emater-DF

 

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Estudantes com Fies podem suspender parcelas no BB a partir de hoje

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A suspensão do Fies pode ser feita pelo aplicativo do Banco do Brasil. Saiba as condições

A suspensão do Fies pode ser feita pelo aplicativo do Banco do Brasil. Saiba as condições

Estudantes que contrataram Financiamento Estudantil (Fies) por meio do Banco do Brasil (BB) podem requerer a suspensão do pagamento de até quatro parcelas a partir de hoje (6). A manifestação pode ser feita pelo app BB. A medida vale para clientes em situação de adimplência com seus contratos, antes do dia 20 de março, data em que foi decretado o estado de calamidade pública no país.

A opção de suspensão pode ser feita por meio do aplicativo do BB. Para isso, o cliente precisa acessar sua conta (efetuar login), clicar no Menu, em seguida em Solução de Dívidas e selecionar Suspensão FIES.

Segundo o BB, a solicitação será efetivada de forma simples, sem assinatura de termo aditivo e sem necessidade da presença do fiador em qualquer dependência do banco. No entanto, são obrigatórias a ciência e a concordância do estudante para as condições de pausa e, consequentemente, para os reflexos no contrato de financiamento.

Caso o estudante não tenha acesso ao mobile, ele pode solicitar a suspensão nas agências do BB. Para o atendimento presencial, diz o BB, deve ser observado o contingenciamento adotado pelo sistema bancário por conta da pandemia do novo coronavírus e das recomendações da Organização Mundial da Saúde.

Condições

As condições para a suspensão obedecem ao estabelecido na Lei nº 13.998/2020 e na Resolução nº 38/2020, ambas publicadas em maio pelo Ministério da Educação. O pedido pode abranger até quatro parcelas, observada a fase do contrato de cada estudante financiado, de acordo com a legislação vigente:

– Contratos em fase de utilização ou carência: a suspensão alcançará até duas parcelas, que serão incorporadas ao saldo devedor do contrato do estudante financiado, nos termos e condições contratados. Essa medida é válida para contratos formalizados até o 2º semestre de 2017.

– Contratos em fase de amortização: a suspensão alcançará até quatro parcelas, que serão incorporadas ao saldo devedor do contrato do estudante financiado, nos termos e condições contratados. Nesse caso, o período das parcelas suspensas será acrescentado ao vencimento final do contrato.

Está prevista a incidência de juros contratuais sobre as parcelas suspensas, os quais serão contabilizados no saldo devedor do contrato do estudante. A adesão às novas condições pode ser registrada até o dia 31 de dezembro deste ano.

Para tirar dúvidas, os clientes podem acessar as soluções digitais do BB, como o aplicativo BB (smartphone), o portal, além do WhatsApp (61) 4004-0001, da Central de Atendimento BB (0800-729-0001) e das redes sociais (Fa-cebook, Instagram, Twitter e Linkedin).

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Prefeitura de SP vai liberar abertura de parques apenas em dias de semana

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A data para o retorno das atividades dos parques ainda não foi definida, mas Bruno Covas já antecipou que o funcionamento não valerá para fins de semana

Parques municipais: prefeitura vem sendo pressionada para explicar o motivo da reabertura de shoppings, comércio e bares, mas não da de parques (Parque do Ibirapuera/Divulgação)

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), informou nesta segunda-feira, 06, que vai autorizar a reabertura dos parques municipais da capital apenas para dias de semana. Nos finais de semana, as unidades voltarão a ser fechadas com o objetivo de evitar aglomerações.

A data para o retorno das atividades, no entanto, ainda não foi divulgada. A expectativa é que a reabertura aconteça nas próximas semanas. “Até sexta-feira a prefeitura deve anunciar quando serão reabertos os parques municipais, estamos discutindo com a vigilância sanitária as regras”, disse Covas.

Desde o início dos anúncios de flexibilização do isolamento social, o prefeito vem sendo pressionado para explicar o porquê de os parques seguirem fechados, enquanto shoppings centers, comércios, bares, restaurante e salões de beleza voltaram a funcionar.

Isso porque as evidências científicas conhecidas até agora sobre o novo coronavírus apontam que o risco de transmissão é muito mais baixo em lugares abertos do que fechados.

Especialistas destacam, ainda, que a prática de esportes e caminhadas ao ar livre teria efeitos positivos importantes de saúde mental e física, especialmente após um isolamento tão longo.

(Com Gilson Garret Jr.)

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SP reabre bares e restaurantes apesar de temor de “segunda onda”

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Os estabelecimentos poderão abrir com 40% da capacidade e com funcionamento reduzido de 6 horas diárias

BAR FECHADO EM SP: rotina começa a voltar com a justificativa de ocupação de UTIs abaixo de 70% (Germano Lüders/Exame)

Para alguns paulistanos, o dia será de alegria. Para outros, de preocupação. Nesta segunda-feira (6), passa a ser permitida a reabertura de bares e restaurantes na capital. A justificativa é que a cidade está com estabilização no crescimento de casos da covid-19, com a doença se interiorizando, e lotação de UTIs abaixo de 70%.

Os estabelecimentos, machucados financeiramente após meses dependendo apenas do delivery, poderão abrir com 40% da capacidade e com funcionamento reduzido de 6 horas diárias.

Outra exigência será de “ambiente arejado” e uso obrigatório de máscaras, diante da regra já estabelecida desde a semana passada de multa de 500 reais por quem estiver em espaço público sem o item. Na prática, será preciso ver para crer como será o comportamento.

O primeiro dia de abertura no Rio de Janeiro, na quinta-feira (02), foi marcado por imagens que rodaram as redes sociais de centenas de pessoas sem máscara aglomeradas nos bares da rua Dias Ferreira e na Praça Cazuza, no Leblon. O temor é que a falta de distanciamento social leve a uma nova explosão de casos.O Reino Unido, por exemplo, também abriu seus bares durante o final de semana, mas está em um momento totalmente diferente da pandemia. Apesar de ter sido um dos mais afetados, tanto em termos absolutos quanto per capita, só está reabrindo após uma queda vertiginosa no número diário de novos casos e mortes, tal como países como Itália e Espanha.

Nos Estados Unidos, a reabertura levou muitos aos bares e causou uma explosão de novos casos em estados como Texas e Florida, levando a uma nova rodada de medidas de fechamento.

Apesar de mudança no perfil regional e etário dos infectados, agora mais jovens, é difícil falar que há um “segunda onda”, e sim uma longa e dolorosa primeira onda que nunca terminou. Também é o caso do Brasil, infelizmente.

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Decreto em Porto Alegre volta a fechar comércio e bloqueia vale-transporte

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Com alta de casos de coronavírus, Porto Alegre terá proibição de academias, salões de beleza e comércio não-essencial a partir de terça-feira, 7

Prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan, visita UTIs em junho: alta de casos na região Sul preocupa autoridades locais (Cesar Lopes/PMPA/Divulgação)

A Prefeitura de Porto Alegre publicou nesta manhã um novo decreto que restringe parte do comércio e de atividades na capital do Rio Grande do Sul, em meio à alta de casos do novo coronavírus. As medidas começam a valer na terça-feira, 7.

Serão 15 dias de restrições neste primeiro período. Só poderão funcionar comércio e serviços considerados essenciais. A Prefeitura também vai bloquear os cartões de vale-transporte de trabalhadores de estabelecimentos e empresas que não estejam autorizados a funcionar, e os ônibus não aceitaram pagamento em dinheiro em um período da manhã.

Segundo disse o prefeito Nelson Marchezan (PSDB) em entrevista à Rádio Gaúcha, a medida foi implementada porque há empresas que “mesmo sendo proibidas, estão obrigando seus funcionários a trabalhar”.

As medidas levam em conta a alta de casos do coronavírus na cidade e a ocupação de leitos de UTI, disse Marchezan. “Todos os países do mundo, independe de sua ideologia, tiveram que buscar alternativas de restrição de atividades econômicas e eu lamento muito que não tenhamos descoberto outra alternativa”, disse o prefeito.

Serão fechados salões de beleza, academias, concessionárias e o mercado público da cidade, assim como parques. Lojas de material de construção podem abrir com restrição do número de clientes. Supermercados só poderão funcionar com 50% da capacidade.

Também será proibido estacionar entre 7 horas e 19 horas na chamada “área azul” da cidade, para reduzir o trânsito de veículos, sob pena de multa e pontos na carteira de habilitação.

Alta de casos de coronavírus no Sul

Porto Alegre tem 3.968 casos de covid-19, 111 óbitos e mais de 9.000 casos em análise, segundo o último boletim epidemiológico da Prefeitura,  divulgado neste sábado, 4. As UTIs registram ocupação média acima de 81%, segundo dados do fim de semana.

O estado do Rio Grande do Sul tem 31.955 casos confirmados de coronavírus e 727 óbitos, segundo boletim deste domingo, 5, da Secretaria de Saúde do estado. Os estados vizinhos, Paraná e Santa Catarina, também têm cada qual pouco mais de 31.000 e 32.000 casos, respectivamente.

A região Sul, que no começo da pandemia teve menor registro de casos do que estados de regiões como Sudeste e Norte, vem tendo uma alta de contágios por coronavírus a partir do mês de maio, embora ainda seja a região brasileira com menor número de casos (absolutos e por número de habitantes).

A taxa de mortalidade e de incidência do coronavírus na região é a menor do país: são 6,4 mortos e 321,5 infectados a cada 100.000 habitantes, ante média nacional de 30,9 óbitos e 762,8 contágios a cada 100.000 habitantes.

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MEC anuncia repasse de R$ 200 milhões para universidades e institutos

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As instituições receberão de R$ 800 mil a R$ 4 milhões, de acordo com o projeto selecionado

Universidades: MEC destinará verba para instituições de ensino (Foto/Agência Brasil)

O Ministério da Educação (MEC) anunciou hoje (3) o repasse de cerca de R$ 200 milhões para investimentos em infraestrutura e equipamentos nas universidades e institutos federais. As instituições receberão de R$ 800 mil a R$ 4 milhões, de acordo com o projeto selecionado.

O secretário-executivo do MEC, Antonio Paulo Vogel, explicou que os recursos serão investidos em três frentes: segurança, com ações para combate a incêndio e pânico, acessibilidade e vigilância monitorada; redução de despesas futuras, como aquisição de placas de energia fotovoltaica e retomada de obras; e investimentos em equipamentos de tecnologia de informação e comunicação.

De acordo com Vogel, parte do montante também será utilizado para compra de equipamentos para escolas médicas, em campi sem hospitais universitários.

Inovação

Além disso, o MEC anunciou que vai incrementar o orçamento da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). Ampliado de R$ 28 milhões para R$ 50 milhões, o orçamento que vai possibilitar a abertura de um edital para o credenciamento de novas universidades e institutos federais como unidades de inovação Embrapii.

O objetivo do projeto é estimular a relação entre as instituições de ensino e empresas privadas na pesquisa aplicada à indústria, com o desenvolvimento de projetos que atendam às demandas do setor. “A ideia é que a universidade sirva cada vez mais ao setor produtivo”, disse o secretário de Educação Superior do MEC, Wagner Vilas Boas.

Segundo ele, até um terço do valor dos projetos desenvolvidos pelas unidades de inovação pode ser financiado com recursos públicos. O restante vem do setor empresarial. Atualmente, 17 unidades de pesquisa de universidades e institutos federais são credenciados à Embrapii e a previsão é que o novo edital seja lançado até setembro.

 

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