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segunda-feira, 02/02/2026

Polícia suspeita de tiro em morte de corretora em Goiás

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A Polícia Civil de Goiás informou que existem indícios de que a corretora de imóveis Daiane Alves dos Santos, 43 anos, pode ter sido vítima de um disparo de arma de fogo. As investigações continuam, aguardando os resultados dos exames feitos pela perícia para esclarecer melhor o caso.

O síndico Cléber Rosa de Oliveira foi preso acusado de ter matado a corretora. O filho dele, Maicon Douglas de Oliveira, também está preso por atrapalhar as investigações. A polícia acredita que Cléber é o único que tinha motivos e condições para cometer o crime. Ambos permanecem detidos temporariamente.

A defesa de Cléber afirmou que não teve acesso à perícia, que ainda não foi adicionada ao processo, e que o síndico continua colaborando com as investigações. Já a defesa de Maicon não se pronunciou.

O advogado da família da vítima, Plínio César Cunha, afirmou que informações extraoficiais indicam que um projétil foi encontrado alojado na cabeça de Daiane. Anteriormente, ele tinha dito que apenas os restos mortais da corretora foram localizados.

Em nota, a Polícia Civil disse que as investigações continuam com o apoio da Polícia Técnico-Científica e que não divulgará mais detalhes para não prejudicar o andamento das apurações. O celular da corretora foi achado e está sendo analisado.

A Polícia Científica explicou que, por causa do estado do corpo, o dente foi o único meio para extrair o DNA. Esse processo químico demora de quatro a cinco dias, seguido pela análise genética, que pode levar até dois dias. Espera-se confirmar a identidade ainda esta semana para liberar o corpo para a família.

Na coletiva, policiais disseram que as desavenças entre Daiane e a administração do prédio foram consideradas durante a investigação. O motivo do crime seria a briga causada quando Daiane começou a administrar os seis apartamentos da família no prédio, que antes eram geridos pelo síndico.

A última imagem de Daiane dentro do elevador foi às 19h do dia 17 de dezembro, quando ela foi ao subsolo verificar a falta de energia em seu apartamento. Outra moradora usou o elevador oito minutos depois e não viu nada estranho. A polícia acredita que o crime aconteceu nesse intervalo.

Daiane desceu do elevador com o celular na mão e filmando, ao tentar acessar o quadro de energia do prédio porque apenas seu apartamento estava sem luz, uma prática comum do síndico cortar energia de alguns apartamentos, o que pode ter provocado o conflito entre eles.

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