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domingo, 15/02/2026

Polícia procura padrasto que bateu em menina: ‘Vamos prender o culpado’

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O padrasto Linneker Steven Siqueira Ramos Silva, de 33 anos, está sendo procurado pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro após agredir severamente uma menina de 3 anos. Ele se encontra foragido e ainda não compareceu à delegacia da 159ª Delegacia de Polícia em Cachoeiras de Macacu para prestar esclarecimentos.

Em uma publicação no Instagram, o secretário de Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Curi, enfatizou: “Vamos prender esse culpado”. O comentário foi feito em resposta a uma postagem do deputado estadual Renan Jordy (PL) sobre o caso.

Detalhes da agressão

O crime aconteceu no sábado, 20 de setembro. Inicialmente, a criança foi levada à UPA de Cachoeiras de Macacu, mas, devido à gravidade dos ferimentos, foi transferida para o Hospital Estadual Alberto Torres em São Gonçalo. Atualmente, ela está sob cuidados da avó paterna, que gravou vídeo no qual a menina relata o que ocorreu.

A criança sofreu traumatismo craniano e apresenta várias hematomas no rosto. A mãe da menina inicialmente alegou que ela havia caído da cama, mas os médicos desconfiaram da versão e, sob pressão, ela admitiu que a criança já vinha sofrendo agressões.

Linneker é educador físico e filho do secretário de Esportes local, que falou publicamente sobre o caso, ressaltando a importância de cuidar da criança e repudiando a violência.

Ações da polícia

A polícia concluiu o inquérito e encaminhou para a Justiça, que expediu mandado de prisão preventiva contra Linneker pelos crimes de tentativa de feminicídio e tortura. A Polícia Civil está realizando buscas em diversos locais para localizar o suspeito.

Repercussão e posicionamentos

Nas redes sociais, o secretário de Esportes do município, Vanderlan Ramos Silva, pai do agressor, declarou que seu principal foco é a saúde e segurança da criança, que está recebendo acompanhamento médico e apoio necessário. Ele afirmou categoricamente que não aceita qualquer forma de violência.

O caso continua sob investigação e as autoridades reforçam a importância de denúncias anônimas através do WhatsApp (21) 2253-1177, telefone 0300 253 1177 ou pelo QR Code disponível na imagem.

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