22.5 C
Brasília
sábado, 07/03/2026




Polícia Federal reforça combate ao feminicídio e celebra condenação em caso Marielle

Brasília
nuvens dispersas
22.5 ° C
22.5 °
22.5 °
73 %
1.5kmh
40 %
sáb
26 °
dom
28 °
seg
27 °
ter
27 °
qua
27 °

Em Brasília

Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, ressaltou nesta quinta-feira (26) a importância do trabalho da instituição no combate aos casos de feminicídio no Brasil. Em entrevista ao programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional, ele falou sobre os recentes crimes desse tipo, especialmente em São Paulo.

“A Polícia Federal trabalha em parceria com as agências estaduais, oferecendo suporte tecnológico e experiência em investigações, para que as polícias civil e militar possam agir de forma eficaz, principalmente na prevenção”, explicou.

Rodrigues destacou que o feminicídio deve ser combatido em todas as suas formas. Ele observou que esse tipo de crime tem aumentado, sendo frequentemente resultado de relacionamentos íntimos, familiares ou amorosos que evoluem para o assassinato de mulheres pelo fato de serem mulheres.

Ele elogiou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) na condenação dos responsáveis pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A decisão, divulgada na quarta-feira (25), aplicou penas de 76 anos e três meses de prisão para Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e Chiquinho Brazão, ex-deputado federal, pelos crimes de organização criminosa, duplo homicídio e tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves, assessora de Marielle que sobreviveu ao ataque.

Para o diretor da Polícia Federal, essa condenação mostra que as instituições brasileiras são mais fortes que o crime organizado e que quando funcionam corretamente, os resultados aparecem.

Sobre as investigações envolvendo o Banco Master, Andrei Rodrigues destacou o direito dos investigados, como Daniel Vorcaro, de não serem obrigados a comparecer à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ele afirmou que esse ponto é claro na legislação, e que os investigados podem optar por ficar em silêncio durante o interrogatório, tornando sua presença na CPMI desnecessária.




Veja Também