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PM apreende R$ 16 mil e porções de drogas em Montes Claros; irmãos e sobrinha foram presos

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Prisões foram feitas após pai denunciar que filho estava sendo ameaçado por conta de dívida de drogas. Policiais foram até a casa do suspeito de fazer as ameaças e apreenderam dinheiro e entorpecentes. Homem não estava no local, mas dois irmãos e sobrinha dele foram presos.

Dinheiro apreendido pela PM no bairro Camilo Prates — Foto: Polícia Militar / Divulgação

A Polícia Militar fez a prisão de dois irmãos e uma sobrinha, em Montes Claros (MG), após um homem procurar por ajuda depois que filho foi ameaçado de morte por não pagar dívidas de drogas. Foram apreendidos mais de R$ 16 mil e porções de maconha e crack durante a ocorrência.

O denunciante afirmou aos policiais que um homem foi até a casa dele e exigiu o pagamento de R$ 1 mil. Como os militares já tinham informações de que o suspeito e um irmão tinham envolvimento com o tráfico de drogas foram até a casa deles, no bairro Camilo Prates.

O suposto autor das ameaças não estava na residência, mas os policiais foram recebidos pelo outro suspeito. Quando os militares entraram, viram um homem pulando muros e fugindo. Ele não foi encontrado, mas deixou para trás uma porção de maconha.

De acordo com a PM, durante a abordagem, os familiares dos dois suspeitos começaram a causar tumulto no local e o suspeito tentou fugir. Por conta aglomeração de pessoas, os policiais pediram reforço de outras equipes e foi preciso o uso de spray de pimenta. devido à confusão, o homem conseguiu fugir e retornou ao local junto com uma advogada.

Durante as buscas, os policiais encontraram dinheiro e drogas no quarto de uma sobrinha dos dois. Inicialmente, ela disse que usaria a quantia para a compra de uma moto, mas depois falou que o tio pediu que escondesse as cédulas.

Ao ser questionado, o homem contou que conseguiu o dinheiro vendendo roupas. Justificativa que, segundo a PM, não foi confirmada por nenhum familiar. Foram apreendidos os R$ 15.700 que estavam no quarto da sobrinha dele e mais R$ 492 no bolso dele.

Um dos irmãos do suposto autor das ameaças e uma sobrinha deles foram presos por tráfico de drogas e associação para o tráfico. O outro irmão foi preso por desobediência. Os três foram levados para a delegacia.

Além do dinheiro e das porções de drogas, a PM apreende ainda dois celulares.

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Operação da polícia do DF prende suspeitos de esquema de falso leilão de veículos; prejuízo chega a R$ 500 mil

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Agentes cumpriram 13 mandados de prisão temporária e 16 de busca e apreensão, em cidades de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ordens judiciais foram expedidas pela 5ª Vara Criminal de Brasília.

Operação Falcon mira suspeitos de estelionatos na modalidade falso leilão virtual. — Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou, na manhã desta sexta-feira (27), uma operação que mira um grupo suspeito de cometer estelionatos por meio de falsos leilões virtuais de veículos. As investigações apontam que os suspeitos movimentaram cerca de R$ 500 mil com os golpes.

Os agentes cumpriram 16 mandados de busca e apreensão e 13 de prisão temporária nas cidades de São José, Biguaçu, Antônio Carlos e Balneário Camboriú, em Santa Catarina; e General Câmara, no Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela 5ª Vara Criminal de Brasília.

De acordo com as investigações, os alvos da operação são suspeitos de emprestarem as contas bancárias para que o grupo criminoso de Santa Catarina pudesse movimentar o montante obtido com os golpes.

Os leilões ocorriam por meio de duas páginas na internet. Após realizarem o pagamento, os compradores não recebiam os veículos.

A apuração começou no ano passado, logo após um morador do Lago Sul, no DF, ser vítima de estelionato cometido pelo grupo investigado. Foram identificados dez outros golpes contra moradores de cidades de São Paulo e Minas Gerais.

A operação foi batizada de Falcon, nome do site usado pelos suspeitos. A ação é coordenada por meio da 10ª Delegacia de Polícia, no Lago Sul, e tem apoio da Polícia Civil de Santa Catarina.

Alertas

A Polícia Civil do DF afirma que registrou aumento no número de casos de empréstimo de contas bancárias para uso em golpes, e alerta que essa cessão pode resultar em responsabilização criminal.

Já para evitar cair no golpe do falso leilão, a corporação orienta que:

  • Em todas as negociações oficiais, os veículos devem ser preferencialmente verificados nos pátios dos leilões;
  • Em caso de opção pela compra, o pagamento deve ser realizado especificamente para a leiloeira, nunca para pessoas físicas;
  • Os criminosos também costumam utilizar, como isca para potenciais vítimas, preços menores e mais atrativos do que os encontrados em leilões lícitos, razão pela qual estes anúncios devem ser considerados suspeitos.

(G1)

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Operação da Vila Cruzeiro deixa 23 mortos, diz Polícia Civil do Rio

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Polícia corrigiu dados divulgados mais cedo que apontavam 26 mortes

Tomaz Silva/Agência Brasil

A Polícia Civil do Rio confirmou a morte de 23 pessoas na operação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Polícia Militar, da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Federal (PF) na Vila Cruzeiro, no conjunto de favelas da Penha, zona norte do Rio, na terça-feira (24). Mais cedo, a polícia tinha divulgado o número de 26 mortos, mas três corpos que estavam no Instituto Médico-Legal (IML) eram de pessoas que tinham morrido em consequência de um confronto no Morro do Juramento, no bairro de Vicente de Carvalho, também na zona norte da cidade.

Segundo o IML, somente um dos corpos levados para o órgão ainda não foi identificado, porque aguarda confirmação oficial. “Dezoito (18) foram liberados pelo IML e cinco (5) aguardam liberação. Em todos os corpos foram realizados exames de necropsia e de papiloscopia para confirmar as identificações e esclarecer as circunstâncias das mortes”, informou a Polícia Civil.

Entre os corpos identificados está o da cabeleireira Gabrielle Ferreira da Cunha, de 41 anos, que foi vítima de um tiro dentro de casa, na comunidade da Chatuba, vizinha ao conjunto de favelas da Penha. Segundo a Polícia Militar, não havia operação naquela localidade e Gabrielle foi atingida por um tiro de arma de longo alcance.

As investigações estão a cargo da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) que instaurou inquéritos.

Segundo a Secretaria de Estado de Polícia Militar, hoje (26) não há operações na região da Penha. “O trabalho da Polícia Militar no Complexo da Penha é manter a estabilização do terreno, assim como o funcionamento dos projetos sociais e equipamentos públicos que lá existem”, afirmou.

 

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Rachadura faz moradores saírem de prédio e causa susto em Águas Claras, no DF

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Moradores do bloco D do edifício DF Century Plaza, em Águas Claras, no Distrito Federal, tiveram que deixar temporariamente os apartamentos na noite de quarta-feira (25), depois que rachaduras foram encontradas na garagem do prédio. Em comunicado enviado aos condôminos, a construtora responsável pelo imóvel orientou a “evacuação imediata” do local.

A situação assustou moradores. No comunicado, a empresa afirmou que “uma equipe de assistência técnica foi acionada para fazer uma análise da estrutura do prédio, e concluíram que o problema demanda intervenção imediata.

O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil estiveram no local, e descartaram a possibilidade de desabamento. Por isso, os condôminos puderam voltar aos apartamentos.

A construtora Erbe também disponibilizou diárias em cinco hotéis no Plano Piloto, para as famílias que quiserem deixar o local. Durante a madrugada, no entanto, a maioria dos moradores permaneceu no prédio.

Susto

 

Prédio onde foram encontradas rachaduras, em Águas Claras, no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

Prédio onde foram encontradas rachaduras, em Águas Claras, no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

Moradores ouvidos pela TV Globo disseram que notaram as rachaduras há alguns dias, e que avisaram a empresa responsável. A construtora fez reparos no local, colocou estruturas de ferro para escoramento e enviou uma equipe técnica, que recomendou a intervenção imediata.

Segundo o síndico do prédio, o problema atinge apenas um dos blocos do complexo. “Pelo que a construtora falou, é um problema que atinge tão somente a torre D, ou seja, não existe problema nenhum em relação às demais torres do empreendimento”, afirmou Pedro Henrique Medeiros.

Síndico de prédio onde foram encontradas rachaduras, em Águas Claras, no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

Síndico de prédio onde foram encontradas rachaduras, em Águas Claras, no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

Análise das autoridades

Segundo o Corpo de Bombeiros, “foram localizados danos pequenos em dois pilares na região da garagem e foi descartado o risco iminente de desabamento”. A corporação afirma que não há “situação de emergência declarada”.

Os militares dizem que, de forma preventiva, duas viaturas permaneceram no local durante a madrugada. Já o laudo da Defesa Civil recomendou a apresentação de um projeto de escoramento, em até dois dias, e o monitoramento para controle de possíveis movimentações ou alterações na estrutura do prédio.

O que diz a construtora?

Confira íntegra da nota da empresa sobre a situação:

A Erbe Incorporadora esclarece que identificou uma fissura em um pilar localizado especificamente na Torre D, do condomínio DF Century Plaza, em Águas Claras (DF). A companhia acionou um time de engenheiros e comunicou a Defesa Civil para as medidas preventivas de segurança.

Após isso, a desocupação das unidades da torre D foi recomendada, sem qualquer impacto nas demais áreas do complexo. Até que seja finalizado o estudo e o reparo, que inicialmente está previsto para ocorrer ao longo dos próximos 30 dias, a empresa prestará todo o atendimento necessário aos condôminos, apoiando diretamente no processo de acomodação temporária durante o período.

A Erbe Incorporadora reforça que está empenhada para solucionar a situação o mais breve possível, garantindo a segurança e a tranquilidade dos moradores.”

(G1)

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Homem é acusado de filmar mulheres e se masturbar em universidade

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Suspeito teria invadido banheiro feminino da Universidade Federal de Uberlândia e cometido importunação sexual. Ele fugiu ao ser flagrado por estudantes

(crédito: Divulgação/UFU)

Um homem foi acusado de invadir um banheiro feminino da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e filmar as estudantes que estavam no local nesta quarta-feira (25/5). Ele ainda teria se masturbado na frente das mulheres. Houve confusão no local, e o suspeito teve que fugir do campus ao ser flagrado. Vítimas relataram falta de ação da segurança da instituição.

O caso aconteceu no bloco 8C do campus Umuarama da universidade, no setor leste da cidade. Foi informado aos policiais que a invasão aconteceu pela manhã e que várias mulheres perceberam o homem filmando estudantes com um aparelho celular. Em determinado momento, o suspeito teria começado a se masturbar.

A confusão começou a partir do momento em que outros universitários foram alertados sobre a presença do invasor. Confrontado e expulso, o homem acabou fugindo antes da chegada da Polícia. Com isso, não houve a possibilidade de realizar a identificação. Os estudantes ressaltaram que a segurança da UFU não agiu de forma efetiva para a contenção do suspeito.

Em nota, a UFU informou que “registrou um Boletim de Ocorrência na Polícia Militar – inclusive, com o envio de fotos e vídeos recebidos pela Divig (Divisão de Vigilância) – e já entrou em contato diretamente com os comandantes responsáveis pela segurança nos bairros Umuarama e Santa Mônica, onde estão instalados os campi em que foram registrados os casos recentes de importunação sexual”.

Sobre a conduta dos vigilantes, a UFU disse que, juntamente com a empresa contratada para a execução deste trabalho, tomará as providências administrativas para apuração do caso. “Na hipótese de confirmação de que houve negligência, o(s) servidor(es) será(ão) desligado(s) e substituído(s)”.

A nota da universidade frisou também que a Comissão Permanente de Acompanhamento da Política Institucional de Valorização e Proteção das Mulheres (CPMulheres) foi informada e está à disposição para oferecer suporte às vítimas.

“Desde 2017, sua comunidade acadêmica conta com um dispositivo para aumentar a segurança nos campi. É o atendimento via WhatsApp da Divig, que acontece de segunda a domingo, das 7h às 23h. O número (34) 9 9996-4597 não recebe ligações, devendo ser usado somente para o envio de mensagens – de texto ou voz. Os números para atendimento telefônico são os seguintes: (34) 3230-9509 (base Santa Mônica) e 3225-8031 (base Umuarama). Importante ressaltar que este serviço abrange os quatro campi da universidade em Uberlândia, incluindo Educação Física e Glória”.

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PM aposentado tem arma recolhida após companheira denunciar violência

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A mulher, 60 anos, denunciou o PM aposentado por violência doméstica após uma série de abusos e agressões que teria vivido durante os anos em que esteve casada

A arma do PM foi apreendida após a denúncia de agressões – (crédito: Divulgação/PCDF)

Um policial militar aposentado do Distrito Federal foi proibido de se aproximar da companheira e teve a arma recolhida, na tarde desta quarta-feira (25/5). A mulher o denunciou após uma série de abusos e agressões que teria vivido durante os anos em que esteve casada. O caso é investigado pela 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires).

A ocorrência de ameaça e injúria foi registrada pela mulher, 60 anos, após anos sofrendo as mais variadas agressões cometidas pelo marido. O advogado da vítima pediu o afastamento do homem, 76 anos, e solicitou a busca e apreensão da arma que estava sob posse do policial militar. Agentes da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deram cumprimento ao mandado em Taguatinga, na casa de um dos filhos do casal, onde o homem estaria morando desde o afastamento da esposa.

Segundo informações da corporação, o autor teria escondido a arma em um chinelo de pelúcia, após ler uma matéria que falava sobre o caso. De acordo com o delegado da 38ª DP, João Nogueira, na medida protetiva, a vítima contou sobre a violência vivida. Sem dar detalhes, o delegado explicou que a vítima não quis proceder criminalmente. “Ela contou que o homem já está com 76 anos, que viveu muita violência psicológica durante muitos anos, e que estaria sendo ameaçada pelo policial”, explica o delegado. Apesar da rotina diária de violência e tortura, a mulher chegou a construir uma família com o homem. “Eles têm filhos, netos”, pontuou João Nogueira.

O Correio procurou a PCDF para obter mais informações sobre o caso. Em nota, a divisão de comunicação da Polícia Civil informou que “para garantir os direitos constitucionais e legais de proteção à intimidade e à imagem da mulher agredida, não fazemos a divulgação de informações referentes a casos de violência doméstico-familiar contra a mulher”. Ainda, segundo a corporação, o caso está sendo investigado e o resultado das diligências será encaminhado ao Poder Judiciário para a efetiva responsabilização do autor.

 

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Dois homens são presos por agredir companheiras no DF

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No primeiro caso, o suspeito teria tentado ter relação sexual com a companheira. Após receber uma recusa, o autor a agrediu com um tapa no rosto. No segundo, uma mulher foi agredida com chutes e socos

Os suspeitos foram presos e levados à 38ª Delegacia de Polícia – (crédito: Divulgação/PCDF)

Dois homens que agrediram suas respectivas companheiras foram presos, nesta terça-feira (25/5), por violência doméstica. No primeiro caso, uma denúncia anônima informou que o suspeito, 27 anos, teria tentado ter relação sexual com a companheira, 32. Após receber uma recusa, o autor a agrediu com um tapa no rosto e proferiu injúrias. No segundo, uma mulher, 21 anos, foi agredida com chutes e socos nos ombros, cabeça e braços pelo parceiro, que foi preso em flagrante.

As ações policiais foram conduzidas por policiais da 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires). De acordo com a corporação, na primeira ocorrência, o denunciante informou que o autor havia agredido a vítima durante a manhã. Ele tomou o aparelho de telefone celular da mulher e a ameaçou para que não chamasse a polícia. Após denúncia anônima, feita via 197, agentes foram até o local e conseguiram conversar com a vítima.

Assustada, a mulher chegou a negar que o companheiro estaria em casa, mas o homem foi visto pelos policiais no local. Questionado a respeito da denúncia, o autor afirmou ter discutido com a vítima e escondido o aparelho de telefone celular. Ao entrevistarem vizinhos do casal, os agentes confirmaram os episódios de violência doméstica e encaminharam o casal para a delegacia. “Após ser esclarecida quanto à gravidade dos fatos e de compreender ser uma potencial vítima de feminicídio, a vítima decidiu proceder criminalmente, requerer medidas protetivas de urgência e relatar o que havia ocorrido”, informou a corporação, em nota.

O casal, que mantém um relacionamento amoroso há nove anos, tem dois filhos, um de 6 anos e um recém nascido, de oito meses de idade. De acordo com os agentes, ambos são índios pataxós e estão no DF há três anos. Segundo as investigações da PCDF, “o homem tem ficado mais agressivo, tendo agredido a vítima verbal e fisicamente em outras oportunidades, mas, por medo dele, a vítima não o denunciou”. Ainda segundo a denúncia anônima, o homem é muito agressivo e ciumento e tem o costume de agredir a companheira quase todos os dias.

De acordo com a corporação, a vítima não denunciou o companheiro antes por medo de retaliações dos familiares do homem. Na residência do casal, a PCDF encontrou o aparelho de telefone celular da vítima e uma machadinha que, segundo os agentes, pode ter sido utilizada como arma branca contra a vítima. Todos os itens foram apreendidos.

O autor foi preso em flagrante pelos crimes de violência doméstica e injúria e foi aplicada uma fiança de R$ 1.250, que não foi paga. O homem foi recolhido à Divisão de Controle e Custódia de Presos (DCCP) e, caso condenado, estará sujeito a uma pena que pode alcançar os quatro anos e seis meses de prisão.

Agressão com chutes e socos

Durante a noite desta terça-feira (24/5), a Polícia Civil prendeu, em flagrante, um homem que teria agredido e injuriado a companheira. De acordo com informações da corporação, o casal, que não tem filhos, está junto há um ano e cinco meses, e os episódios de agressões físicas e verbais são comuns quando o autor está sob efeito do álcool.

Segundo agentes da PCDF, no momento da agressão, o casal estava em casa quando o autor acusou a companheira de ter escondido seu cartão de crédito. Quando a discussão se acalorou, o homem passou a xingá-la e desferiu chutes e socos nos ombros, cabeça e braços.

A vítima aproveitou o momento em que o autor foi para outro cômodo e saiu em direção à 38ª DP para relatar o ocorrido. Agentes foram até a residência do casal e efetuaram a prisão em flagrante do agressor. Ele foi encaminhado para a 8ª Delegacia de Polícia (SIA) e deve responder pelos crimes de injúria e violência doméstica, cujas penas, somadas, podem alcançar quatro anos e seis meses de reclusão.

*Com informações da PCDF

Veja abaixo como e onde pedir ajuda no Distrito Federal em caso de violência doméstica.

– Ligue 190: Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Uma viatura é enviada imediatamente até o local. Serviço disponível 24h por dia, todos os dias. Ligação gratuita.

– Ligue 197: Polícia Civil do DF (PCDF).
E-mail: denuncia197@pcdf.df.gov.br
WhatsApp: (61) 98626-1197
Site: https://www.pcdf.df.gov.br/servicos/197/violencia-contra-mulher

– Ligue 180: Central de Atendimento à Mulher, canal da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres. Serviço registra e encaminha denúncias de violência contra a mulher aos órgãos competentes, além de reclamações, sugestões e elogios sobre o funcionamento dos serviços de atendimento. A denúncia pode ser feita de forma anônima, 24h por dia, todos os dias. Ligação gratuita.

– Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deam): funcionamento 24 horas por dia, todos os dias.

Deam 1: previne, reprime e investiga os crimes praticados contra a mulher em todo o DF, à exceção de Ceilândia.
Endereço: EQS 204/205, Asa Sul.
Telefones: 3207-6172 / 3207-6195 / 98362-5673
E-mail: deam_sa@pcdf.df.gov.br

Deam 2: previne, reprime e investiga crimes contra a mulher praticados em Ceilândia.
Endereço: St. M QNM 2, Ceilândia
Telefoes: 3207-7391 / 3207-7408 / 3207-7438

– Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos
Whatsapp: (61) 99656-5008 – Canal 24h

– Secretaria da Mulher do DF
Whatsapp: (61) 99415-0635

– Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT)
Promotorias nas regiões administrativas do DF
https://www.mpdft.mp.br/portal/index.php/promotorias-de-justica-nas-cidades

Núcleo de Gênero
Endereço: Eixo Monumental, Praça do Buriti, Lote 2, Sala 144, Sede do MPDFT
Telefones: 3343-6086 e 3343-9625
E-mail:pro-mulher@mpdft.mp.br

– Defensoria Pública do DF
Núcleo de Assistência Jurídica de Defesa da Mulher (Nudem)
Endereço: Fórum José Júlio Leal Fagundes, Setor de Múltiplas Atividades Sul, Trecho 3, Lotes 4/6, BL 4 Telefones: (061) 3103-1926 / 3103-1928 / 3103-1765
WhatsApp (61) 999359-0032
E-mail: najmulher@defensoria.df.gov.br
http://www.defensoria.df.gov.br/nucleos-de-assistencia-juridica/

– Núcleos do Pró-Vítima

 

Ceilândia
End.: Shopping Popular de Ceilândia – Espaço na Hora
(61) 9 8314-0620 – Horário: 08:00 às 17:00
Guará
End.: Lúcio Costa QELC Alpendre dos Jovens – Lúcio Costa
(61) 9 8314-0619 – Horário 08:00 às 17:00

PARANOÁ
End.: Quadra 05, Conjunto 03, Área Especial D – Parque de Obras
(61) 9 8314-0622 – Horário: 08:00 às 17:00

Planaltina
End.: Fórum Desembargador Lúcio Batista Arantes, 1º Andar, Salas 111/114
(61) 9 8314-0611 /3103-2405 – Horário: 12:00 às 19:00

Recanto das Emas
End.: Estação da Cidadania – Céu das Artes, Quadra 113, Área Especial 01
61) 9 8314- 0613 – Horário:08:00 às 17:00

Rodoferroviária
End: Estação Rodoferroviária, Ala Norte, Sala 04 – Brasília/DF

(61) 98314-0626 / 2104-4288 / 4289

Itapõa
End.: Praça dos Direitos, Quadra 203 – Del Lago II(61) 9 8314-063208:00 às 17:00

(61) 9 8314-0632 – Horário:08:00 às 17:00

Taguatinga
End.: Administração Regional de Taguatinga – Espaço da Mulher – Praça do Relógio
(061) 98314-0631
Site: https://www.sejus.df.gov.br/pro-vitima/

Além disso, a Secretaria de Justiça e Cidadania (SEJUS), implantou um novo número, o 125, para receber denúncias de violação de direitos de crianças e adolescentes no Distrito Federal. A ligação é gratuita e o serviço é realizado pela Coordenação do Sistema de Denúncias de Violação dos Direitos da Criança e do Adolescente – CISDECA.

 

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