São Paulo, SP (UOL/FOLHAPRESS)
O piloto da lancha que afundou em Manaus foi preso preventivamente pelo Tribunal de Justiça do Amazonas. Pelo menos duas pessoas morreram e sete continuam desaparecidas.
O tribunal decidiu prender Pedro José da Silva Gomes, de 42 anos, para garantir a ordem e a aplicação da lei. Um oficial de justiça ou policial deve levar o piloto para a prisão.
Ele já tinha sido preso na noite anterior imediatamente depois de ser resgatado com outras vítimas do acidente. Foi ouvido pela polícia pelo crime de homicídio culposo e liberado após pagar fiança. Agora, com a nova decisão do tribunal, ele será preso novamente.
Sete pessoas ainda estão desaparecidas. O governo do Amazonas suspendeu as buscas por segurança e as retomará às 6h do dia seguinte.
Até agora, 71 pessoas foram salvas e duas morreram, entre elas uma criança de 3 anos e uma mulher, cujas identidades foram divulgadas.
A embarcação permanece afundada e será retirada pelos bombeiros no dia seguinte. No total, 44 bombeiros militares e cinco barcos participam das buscas. Uma equipe de mergulho de Itacoatiara seguirá pelo rio Amazonas para ajudar na varredura do local.
A lancha saiu de Manaus com destino a Nova Olinda do Norte, no interior do estado. No local conhecido como Encontro das Águas, os rios Negro e Solimões correm lado a lado sem se misturar durante muitos quilômetros.
