Dani Motta, influenciadora digital com mais de 800 mil seguidores, enfrentou uma situação de tumulto em uma praia de Florianópolis, Santa Catarina, por conta de um piercing em sua região íntima. O episódio, que aconteceu no dia 6 de janeiro, ganhou repercussão nas redes sociais somente no dia 12 do mesmo mês.
Em suas redes sociais, Daniella Motta desabafou sobre o constrangimento que vem enfrentando: “Essa já é a segunda vez que isso ocorre. Apenas por eu usar um piercing na minha parte íntima, sou alvo de discriminação na praia. A mulher aqui está falando coisas horríveis para mim.”
Durante a gravação, uma mulher que a confrontava afirmou: “O local é público e você precisa respeitar homens casados e crianças que estão passando.” Dani respondeu firmemente: “Cuide da sua vida. A praia é um espaço público.”
De acordo com a legislação, dependendo das circunstâncias e da percepção de terceiros que se sintam ofendidos, o incidente pode configurar crimes como ato obsceno, constrangimento, injúria ou difamação e ser investigado pela Polícia Civil.
A exibição acidental e discreta de piercing íntimo em locais públicos geralmente não é considerada ato obsceno. No entanto, se houver exposição intencional e ostensiva com conotação sexual, caracteriza crime conforme a lei brasileira.
Os desdobramentos do constrangimento podem variar conforme o contexto e as pessoas envolvidas.
A coluna Na Mira tentou contato com a influenciadora, deixando o espaço aberto para manifestações futuras.
