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quarta-feira, 25/03/2026

PF investiga empresários com ligação a grupo criminoso Comando Vermelho

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Em Brasília

A Polícia Federal descobriu sinais de que empresários investigados na Operação Fallax usaram empresas falsas ligadas ao Comando Vermelho para lavar dinheiro vindo de fraudes em bancos.

As investigações mostram que o Rafael Góis, CEO e sócio do Grupo Fictor, e o ex-sócio Luiz Rubini são suspeitos de estarem envolvidos em um esquema que pode ter causado perdas acima de R$ 500 milhões para a Caixa Econômica Federal e outras instituições financeiras.

A PF revelou que o contato com a rede de empresas criadas com documentos falsos era feito por Thiago Branco de Azevedo, que administrava cerca de 100 dessas companhias fictícias. Muitas vezes, essas empresas foram abertas usando dados de pessoas sem o seu conhecimento para conseguir empréstimos fraudulentos.

As ações de Thiago Branco foram inicialmente detectadas pelo Ministério Público de São Paulo em 2024, durante investigações sobre o grupo criminoso conhecido como “Bando do Magrelo”, atuante no interior do estado.

O líder desse grupo, Anderson Ricardo de Menezes, tinha ligação com o Comando Vermelho, que tomou o controle da área após a prisão do grupo rival.

De acordo com a PF, a estrutura montada por alguém chamado “Ralado” foi usada pelos empresários para movimentar dinheiro ilegal e dificultar o rastreamento dos valores.

As investigações continuam para esclarecer o papel de cada envolvido e o tamanho do esquema.

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