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Brasil

Pesquisa Paraná: 33% dizem que picanha aumentou muito com Lula

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Segundo uma pesquisa realizada pelo instituto Paraná Pesquisas, 33,2% dos entrevistados acreditam que o preço da picanha subiu bastante durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Além disso, 16,8% dos participantes acham que houve um pequeno aumento no preço. Por outro lado, 21,7% afirmaram que o valor está estável em comparação aos governos anteriores, enquanto 14,1% perceberam uma leve queda e 3,8% notaram uma queda considerável no preço da picanha na gestão de Lula. Cerca de 10,5% não souberam ou não lembraram das mudanças nos valores.

A pesquisa ouviu 2.020 habitantes de todas as regiões do país, incluindo o Distrito Federal, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais e confiança de 95%. Entre os entrevistados, 955 são homens e 1.065 mulheres.

A popularidade do corte de carne, considerado uma das promessas de campanha em 2022, apresentou variações regionais na percepção do preço. No Sul, 20,1% afirmaram que o preço subiu um pouco mais, seguido pelo Nordeste (17,1%), Sudeste (16,7%) e Norte + Centro-Oeste (13%).

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De forma contrastante, a percepção de uma redução leve no preço foi maior no Nordeste (20,5%), seguida do Sudeste e Norte + Centro-Oeste (ambos 12%) e Sul (9,9%). Já em relação à queda mais significativa, as maiores taxas foram observadas no Nordeste (5,2%) e Sul (4,6%), com números ligeiramente menores nas outras regiões.

Sobre a alta nos preços em geral desde a retomada do governo de Lula, 71,4% dos entrevistados denunciaram aumentos nos valores dos produtos nos supermercados. Uma parcela de 17,2% acreditou que os preços mantiveram-se estáveis, enquanto 9,4% notaram diminuição e 2,1% não souberam informar.

Essa percepção de aumento é mais forte na Região Sul (77,9%), seguida pelo Sudeste (76,1%), Norte e Centro-Oeste (71%) e Nordeste (60,4%). A diferença entre homens e mulheres que perceberam alta é quase inexistente (71,2% e 71,5%, respectivamente).

Entre aqueles que perceberam queda nos preços, o Nordeste lidera com 13%, seguido de Norte e Centro-Oeste com 10,3%, Sul com 8,3% e Sudeste com 7%. As mulheres também são maioria neste grupo, com 10,1%, enquanto 8,7% dos homens perceberam essa redução.

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