A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) está apurando uma queixa de preconceito envolvendo um menino de 6 anos diagnosticado com transtorno do espectro autista (TEA) na academia Unique, localizada no Sudoeste (DF). A mãe da criança, uma mulher de 49 anos, relatou que seu filho foi impedido de se inscrever nas aulas de judô e natação por conta de seu diagnóstico.
“Fiquei muito abalada. Meu filho foi discriminado e senti que o trataram como se fosse um ser estranho, como se tivesse uma doença contagiosa que pudesse afetar outras crianças”, desabafou a mãe, cujo nome foi preservado para proteger a identidade da criança.
A academia Unique negou quaisquer atitudes discriminatórias e esclareceu que a não aceitação da criança nas atividades em grupo se deu por motivos relacionados à segurança dos participantes.
