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sábado, 30/08/2025

PCDF descobre novas vítimas de mãe e filha em golpe de compra de terras

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Após uma ação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), uma mãe e sua filha foram presas por aplicarem um golpe que resultou em prejuízos significativos para várias vítimas, totalizando cerca de R$ 500 mil. Novas três pessoas vieram a público relatar que também foram lesadas pelas mesmas criminosas na 18ª Delegacia de Polícia (Brazlândia), que está conduzindo as investigações.

As vítimas contaram que foram enganadas por meio de um esquema parecido, onde a dupla prometia a compra de terrenos. Posteriormente, exigiam pagamentos referentes a taxas relacionadas ao georreferenciamento da área e à transferência do dinheiro para o Brasil, usando como pretexto que os valores estavam depositados em Zurique, na Suíça.

Depois que os valores eram pagos, as mulheres desapareciam, deixando os compradores com perdas financeiras. Essas novas vítimas informaram perdas que variaram entre R$ 8 mil, R$ 12 mil e R$ 16,5 mil.

Detalhes da Investigação

As autoridades identificaram que as responsáveis pelo golpe são Maria Gorete Ferreira Alves e sua filha Claudiana Maria Alves Fernandes. Além de efetuarem as prisões preventivas, os policiais civis da 18ª DP realizaram buscas e apreensões para coletar provas, incluindo dispositivos eletrônicos das suspeitas.

Durante a investigação, descobriu-se que mãe e filha se especializavam em enganar pequenos proprietários rurais, apresentando-se como compradoras de terrenos. As vítimas eram obrigadas a custear despesas como condição para que o pagamento da terra fosse efetuado. Após os depósitos nas contas das golpistas, as negociações eram canceladas sem qualquer reembolso dos valores pagos.

Entre maio de 2024 e abril de 2025, as duas aplicaram golpes em três vítimas em Brazlândia, duas em Vicente Pires e uma em Ceilândia, acumulando cerca de R$ 500 mil. Um dos proprietários rurais da região de Brazlândia chegou a pagar R$ 320 mil.

Importante destacar que uma das presas já possuía antecedentes criminais, tendo sido condenada em 2019 por estelionato e falsidade ideológica na região de Ceilândia.

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