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Mundo

Paulo Figueiredo afirma que Lula provoca os EUA

Paulo Figueiredo em entrevista ao Metrópoles

O jornalista e influenciador Paulo Figueiredo, conhecido por sua proximidade com o ex-presidente Jair Bolsonaro, avaliou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está provocando o governo dos Estados Unidos com o objetivo de “salvar” sua campanha eleitoral, que, segundo ele, está em dificuldade.

Em entrevista ao programa Contexto Metrópoles, Paulo Figueiredo disse que o governo de Lula acredita que as tarifas anunciadas pelo ex-presidente Donald Trump ajudaram a melhorar sua popularidade. Desde então, declarou, Lula tem feito declarações que provocam o governo americano.

“A percepção do Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação, e do Lula, é que as tarifas ajudaram o Lula a se recuperar nas pesquisas. Desde então, há quase semanalmente declarações de Lula provocando o presidente dos Estados Unidos”, disse Figueiredo.

Paulo Figueiredo acrescentou que o presidente entrou em um “modo pânico” diante do crescimento nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente, para a presidência da República nas próximas eleições.

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Ele ainda lembrou que essa atitude de Lula tem prejudicado a relação do Brasil com os EUA, o que pode estar adiando o encontro entre os dois líderes. Segundo o influenciador, dentro do Departamento de Estado americano não há previsão para o encontro entre Lula e Donald Trump.

“Não tem data para o encontro entre Lula e Trump. Quando pergunto no Departamento de Estado, dizem que não está marcado. Não estou dizendo que não vai acontecer, só não está marcado”, afirmou.

Paulo Figueiredo também ressaltou que os ataques constantes de Lula a Trump podem complicar a situação do ministro Alexandre de Moraes, dizendo que o governo está provocando uma resposta que pode resultar em medidas como a aplicação da lei Magnitsky contra o ministro.

O tema tem sido citado por Lula recentemente. Em entrevista, o presidente foi questionado sobre o receio de uma possível intervenção dos EUA nas eleições e respondeu que isso não o incomoda, afirmando que, na verdade, poderia ajudá-lo a ser reeleito.

“Receio eu não tenho. Acho que ele me ajudaria muito se fizesse isso. O vice-presidente deles foi fazer campanha na Hungria para um líder que tinha apoio de Trump. Não me tira o sono”, declarou Lula.

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