Adriano Silva, um brasileiro natural do Pará, foi confirmado morto enquanto servia como voluntário nas forças ucranianas durante a guerra que ocorre no país europeu. Desde abril de 2025, Adriano tinha dedicado sua vida a este objetivo, buscando realizar um sonho pessoal de defender a Ucrânia contra os ataques russos.
A morte de Adriano Silva foi anunciada pela família através das redes sociais em 10 de fevereiro de 2026. Sua irmã destacou que ele era profundamente apaixonado pela missão e muito respeitado na unidade que comandava, onde era conhecido como Sargento Índio. Ela pediu respeito e o fim das especulações sobre o ocorrido, reforçando o valor e a dedicação do irmão.
O Ares Group, organização fundada por brasileiros para lutar ao lado da Ucrânia, encerrou as suas atividades em resposta à perda de Adriano Silva, indicando o impacto da tragédia para todos os envolvidos.
Além desse caso, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil já registrou a morte de 22 brasileiros e o desaparecimento de outros 44 durante o conflito. Entre os jovens brasileiros envolvidos, está o paulista Felipe de Almeida Borges, que também faleceu. Felipe havia partido discretamente para a guerra, sem informar sua família previamente, uma situação que evidencia o aumento de voluntários brasileiros engajados no conflito, muitos recrutados pela internet.
A guerra na Ucrânia continua a provocar a mobilização e o sacrifício de pessoas de diversas partes do mundo, incluindo brasileiros que buscam contribuir para a defesa do país. As histórias de Adriano Silva e Felipe de Almeida Borges refletem o custo humano e a complexidade da situação internacional atual.
