ONU busca diminuir excessos e enfrenta resistência do Brasil para apoiar candidatura alternativa, segundo afirma candidato da Argentina.
Durante recente entrevista, o representante argentino destacou a importância de uma organização global mais econômica e eficiente, criticando o atual modelo por ser excessivamente custoso e complicado. Segundo ele, o Brasil tem resistido em aceitar novos nomes para posições importantes, o que dificulta mudanças necessárias.
A proposta central do candidato é reformular os procedimentos internos da ONU para reduzir desperdícios e tornar a administração mais transparente e ágil, apontando para a necessidade de renovação nos processos de escolha e apoio entre os países membros.
