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quinta-feira, 26/03/2026

OCDE ajusta previsão de crescimento e inflação para Brasil e Argentina

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A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) diminuiu suas expectativas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2025 e 2026, destacando os impactos da guerra no Oriente Médio, conforme seu relatório de perspectivas econômicas divulgado em 26 de março.

De acordo com o documento, o PIB brasileiro deve desacelerar de 2,3% em 2025 para 1,5% em 2026, antes de crescer novamente para 2,1% em 2027, números inferiores aos previstos anteriormente.

A inflação no Brasil também deve diminuir, passando de 5% no ano passado para 4,1% em 2025, com estabilização estimada em 3,8% para 2026.

Na América Latina, a OCDE revisou as projeções da Argentina, cortando o crescimento econômico, que deve cair de 4,4% em 2024 para 2,8% em 2026, com uma recuperação para 3,5% em 2027. No entanto, a inflação no país deve aumentar significativamente, para 31,3% em 2025, antes de baixar para 14,1% no ano seguinte.

O relatório aponta que os aumentos nos preços da energia podem manter a inflação elevada globalmente. O Brasil depende bastante do Oriente Médio para importação de fertilizantes e enfrenta inflação acima da meta do Banco Central.

Espera-se que a inflação modere até 2027 em economias emergentes como Brasil, México, Indonésia e África do Sul, o que deve levar a uma redução das taxas de juros nesses países, conforme estimativas da OCDE.

*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Estadão Conteúdo.

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