Cherise Doyley, grávida nos Estados Unidos, viveu uma situação difícil durante o trabalho de parto. Enquanto lidava com dores e a ansiedade pelo nascimento do bebê, foi surpreendida ao ter que participar de uma audiência judicial por meio de um tablet apresentada pelas enfermeiras no hospital.
Cherise é doula e entrou na unidade de saúde com o desejo de tentar um parto normal. Porém, a equipe médica insistiu que ela deveria aceitar a cesariana devido ao risco de ruptura uterina, uma complicação grave, mesmo que rara. Este histórico médico incluía três cesarianas difíceis anteriores e episódios de hemorragia após essas cirurgias.
A mulher optou por recusar a cesariana e foi levada para uma audiência virtual enquanto estava em trabalho de parto, situação que gerou grande repercussão e debate sobre os direitos das gestantes e o tratamento durante o parto.

