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sexta-feira, 20/02/2026

Mulher de 34 anos é achada morta dentro de mala em São Paulo

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A Polícia Civil de São Paulo identificou o corpo de uma mulher de 34 anos encontrado dentro de uma mala, em pedaços, na manhã de quinta-feira (19), em um córrego em Parelheiros, na zona sul da cidade. O nome da vítima não foi divulgado, conforme informado pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) do estado.

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) abriu um inquérito para investigar as circunstâncias do crime. Foram solicitados exames periciais, que serão analisados assim que concluídos, informou a SSP em nota. As investigações continuam em andamento.

A polícia foi acionada após agentes da Guarda Civil Metropolitana receberem a informação sobre uma mala no córrego. Ao verificarem, encontraram partes de um corpo humano.

Em outro caso de violência contra a mulher, uma mulher de 27 anos foi assassinada a tiros pelo ex-companheiro na noite de terça-feira (17), em Diadema, na região de São Paulo. Policiais militares apuraram que o homem foi buscar o filho que tinham em comum na casa da vítima. A mãe da vítima também foi baleada, mas sobreviveu. O crime foi registrado como tentativa e consumação de feminicídio.

O suspeito fugiu em um carro após o crime, mas foi preso na noite de quinta-feira (19), em cumprimento a um mandado de prisão temporária. A arma usada no crime foi apreendida, juntamente com dois carregadores de pistola e vários estojos de munição encontrados na residência do suspeito. O veículo dele foi achado abandonado em São Bernardo do Campo um dia antes. As investigações para esclarecer o caso continuam, conforme a SSP.

No âmbito nacional, o Brasil registrou o maior número de mulheres vítimas de feminicídio em 2025, totalizando 1.518 casos. Esse foi o décimo ano da Lei do Feminicídio, que incluiu no Código Penal o crime de homicídio contra mulheres em contexto de violência doméstica e discriminação. Os dados são do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Em 2024, o país já tinha registrado 1.458 vítimas, também um recorde. Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), declarou que esse aumento mostra falha do Estado, já que se trata de um crime que poderia ser evitado.

*Com informações da Agência Brasil

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