Um novo estudo científico demonstrou que as alterações no clima global têm intensificado a gravidade dos incêndios florestais na Europa. Fatores como o aumento das temperaturas e a seca prolongada foram identificados como os principais responsáveis por tornar os incêndios mais difíceis de controlar.
Segundo os pesquisadores, a influência das mudanças climáticas é evidente no crescimento do número de eventos extremos relacionados ao fogo, impactando diversas regiões do continente. O aumento da frequência e da magnitude desses incêndios gera preocupações significativas para a segurança ambiental e a saúde pública.
Maria Silva, climatologista da Universidade de Lisboa, destacou que é fundamental adotar políticas eficazes para mitigar os efeitos do aquecimento global, a fim de reduzir o risco e os danos causados por esses incêndios.
Além disso, a pesquisa aponta para a necessidade de investimentos em estratégias de prevenção e combate ao fogo, além de promover a conscientização da população sobre os cuidados necessários para evitar o desencadeamento de incêndios florestais.