Organizações Não Governamentais alertam para a interseção entre a mudança climática e a desigualdade de gênero, destacando que mulheres enfrentam impactos diferenciados e, muitas vezes, mais severos devido a essa crise. Segundo especialistas, essa desigualdade torna a luta contra o aquecimento global ainda mais desafiadora, exigindo políticas públicas que considerem as especificidades de gênero.
De acordo com Maria Silva, pesquisadora na área ambiental, a vulnerabilidade das mulheres está relacionada a fatores econômicos e sociais que limitam seu acesso a recursos e oportunidades. Assim, para combater a mudança climática de maneira efetiva, é fundamental promover a equidade de gênero como parte das estratégias ambientais.
As ONGs ressaltam que iniciativas comunitárias que envolvem mulheres em decisões ambientais têm apresentado resultados positivos, comprovando que a inclusão é essencial para soluções sustentáveis.

