O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) pediu a prisão preventiva de João Ricardo Rangel Mendes, que já foi CEO da agência de viagens Hurb, por não ter seguido as regras impostas pela Justiça.
João Ricardo Rangel Mendes foi preso em flagrante no dia 5 no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará. Ele estava com um documento falso e a tornozeleira eletrônica descarregada. Essas regras que ele descumpriu foram impostas depois que ele foi preso por furtos cometidos em 25 de abril de 2025.
Segundo o MPRJ, João Ricardo fingiu ser entregador de aplicativo para roubar um quadro de um hotel. No mesmo dia, também se passou por eletricista e levou quadros, uma mesa digital, dinheiro e outros objetos de um escritório. No dia seguinte, ele furtou uma obra de arte e esculturas do Hotel Hyatt, na Praia da Barra da Tijuca, além de quadros, um iPad e uma carteira de outro escritório no mesmo bairro.
Ele foi preso preventivamente, mas depois teve a prisão substituída por medidas alternativas como uso da tornozeleira eletrônica, proibição de sair da cidade sem autorização e entrega mensal de relatórios médicos. O MPRJ pediu que ele volte para a prisão porque ele foi detido no Ceará e não entregou os relatórios médicos desde setembro, mostrando que não está seguindo as regras da Justiça.
