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quinta-feira, 19/03/2026




MP-SP acusa mais 4 suspeitos pelo assassinato do ex-delegado Ruy Ferraz

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O Ministério Público de São Paulo apresentou acusações contra quatro novas pessoas ligadas ao assassinato do ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz.

As novas denúncias foram feitas pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), mas ainda não divulgou os nomes dos suspeitos. O Ministério Público tentará confirmar os nomes oficialmente.

As pessoas denunciadas poderão ser responsabilizadas por homicídio qualificado, duas tentativas de homicídio, favorecimento pessoal e participação em organização criminosa armada, de acordo com o MP-SP. Essa é a segunda denúncia formal contra os envolvidos no caso, já que, em novembro de 2025, outros oito suspeitos foram acusados.

As investigações mostram que os suspeitos planejaram e executaram o assassinato de Ruy Ferraz, que trabalhou por mais de 40 anos na Polícia Civil e foi chefe da corporação entre 2019 e 2022. Ele era alvo de ordem de morte do alto comando do PCC, como retaliação à sua atuação contra a organização.

O planejamento do crime começou em março do ano passado, com roubo de veículos, compra de armas e definição de locais para apoio. No dia do assassinato, os criminosos emboscaram Ruy Ferraz ao sair da Prefeitura de Praia Grande e dispararam dezenas de tiros com fuzis. Depois, colocaram fogo em um dos carros usados e fugiram.

O Ministério Público explicou que técnicas avançadas de investigação ajudaram a entender o crime e ligar os suspeitos ao assassinato. O crime envolveu armas de uso restrito e resultou também em duas tentativas de homicídio contra pessoas que estavam próximas.

As investigações também mostraram que os acusados usaram veículos roubados, imóveis na Baixada Santista e aplicativos de transporte para facilitar a ação. Um dos suspeitos morreu ao resistir à prisão durante as investigações, informou o MP.




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