Um motorista de aplicativo desempenhou um papel crucial ao ajudar uma jovem de 23 anos, que foi vítima de estupro por um falso policial em Águas Claras (DF), a formalizar a denúncia do crime junto às autoridades.
Quando a mulher entrou no carro, ela mostrava sinais de confusão, tremia e tinha dificuldades para se expressar claramente.
De acordo com o boletim de ocorrência, a corrida foi solicitada pelo aplicativo usando o nome de André — a mesma pessoa que a vítima indicou como o agressor.
Ao chegar no local indicado, o motorista encontrou a jovem encostada em outro veículo. Quando ele a chamou pelo nome que constava na solicitação, ela se aproximou e perguntou se a corrida seria para Ceilândia (DF), destino registrado no aplicativo.

