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quarta-feira, 07/01/2026

Ministério divulga edital para formar agentes comunitários de saúde

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O Ministério da Saúde, em parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), lançou recentemente o edital para o Programa de Formação de Agentes Educadoras e Educadores Populares de Saúde (AgPopSUS), com inscrições abertas até 18 de janeiro. O objetivo é selecionar movimentos populares para a capacitação de 450 turmas em 17 estados brasileiros.

O programa oferece uma bolsa mensal de R$ 2,5 mil para os educadores e R$ 560 para os estudantes, ajudando a cobrir custos de transporte e outras despesas do curso. Cada turma terá um educador e 20 participantes, beneficiando até 9 mil pessoas em todo o país.

Felipe Proenço, secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, ressaltou que a ação fortalece a participação popular no Sistema Único de Saúde (SUS). Ele destacou que o programa valoriza os conhecimentos tradicionais e estimula a mobilização comunitária para garantir direitos sociais.

Luciana Maciel, diretora de Atenção Integral à Saúde da AgSUS, afirmou que essa formação qualifica pessoas para promover saúde e defender o SUS em suas comunidades, criando uma rede comprometida com o cuidado e a educação popular.

Para esclarecer dúvidas, será realizada uma sessão pública online em 9 de janeiro pelo canal do YouTube da AgSUS.

Formação

As turmas serão distribuídas em 17 estados, considerando critérios de prioridade como pobreza e vulnerabilidade social. Os estados contemplados são Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Distrito Federal.

Sobre o AgPopSUS

O Programa AgPopSUS visa fortalecer os movimentos sociais na defesa do direito à saúde e ampliar o protagonismo popular, unindo saberes tradicionais e práticas educacionais voltadas à comunidade. Desde sua criação, o programa ajuda a formar uma rede nacional de agentes populares que facilitam o acesso aos serviços de saúde especialmente em áreas vulneráveis.

Esta iniciativa tem raízes na atuação dos movimentos sociais durante a pandemia de Covid-19, quando líderes comunitários passaram a proteger suas regiões como agentes populares de saúde.

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