Em Brasília, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) confirmou seu apoio ao Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 4 de fevereiro. A cerimônia aconteceu no Edifício Celso Furtado, com participação dos ministros Waldez Góes, da Integração e do Desenvolvimento Regional, e Márcia Lopes, das Mulheres.
No evento, os ministros assinaram um documento que define a igualdade de gênero como prioridade nas políticas do MIDR. O texto destina-se a reconhecer e atender as necessidades das mulheres, valorizando sua participação nas instituições.
Waldez Góes destacou a importância da participação dos homens gestores na luta contra a violência de gênero, mencionando a posição do presidente Lula. Ele ressaltou a necessidade de servidores públicos garantirem ambientes seguros e respeitosos, diante dos dados que mostram 1.518 mulheres assassinadas por questões de gênero em 2025.
Márcia Lopes afirmou o papel fundamental do MIDR no desenvolvimento regional, com capacidade para expandir ações em todo o Brasil e fortalecer a cooperação entre estados.
Dentre os compromissos do MIDR, estão a contratação de empresas com ao menos 4% de mulheres vítimas de violência, adesão à Rede Equidade do Senado Federal, portaria para garantir paridade de gênero e diversidade racial em cargos de liderança, canais de acolhimento para denúncias de violência e assédio, e a criação de um Protocolo de Prevenção da Violência contra as Mulheres para 2026.
A chefe de Gabinete, Marilene Nascimento, e a chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade, Natália Mori, ressaltaram a importância dessas iniciativas, que promovem o aumento da presença feminina nas decisões ao longo dos próximos anos.
O evento contou com a presença do secretário-executivo Valder Ribeiro, do secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, e outros representantes do MIDR.
Informações do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional
