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Microaliados da alimentação

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Leveduras e bactérias, que estrelam a foto abaixo, fazem parte do kefir, alimento milenar cultivado de casa em casa e que pode fazer bem ao intestino

O kefir é um alimento milenar feito com a fermentação de bactérias e leveduras.  Foto: Steve Gschmeissner/Science Photo Library/Getty Images./SAÚDE é Vital

Faz tempo que caiu por terra a noção de que toda bactéria é ruim — ainda que tantas sejam terríveis. Sem algumas delas, certos alimentos não existiriam e nossa saúde pagaria um preço. Entre as parceiras estão as bactérias do kefir aí da foto, que, junto a leveduras, são cultivadas em grãos de lar em lar e equilibram a microbiota intestinal.

Ilustrações: Laura Luduvig/SAÚDE é Vital.

 

 

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Saúde

Estudo com 55 mil pacientes mostra que cloroquina não previne covid-19

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Pesquisa francesa não recomenda o “uso preventivo” da cloroquina ou hidroxicloroquina em casos de covid-19

Estudo sugere que o uso do remédio não tenha papel preventivo contra a covid-19 (Foto/AFP)

Os pacientes tratados com cloroquina ou hidroxicloroquina, especialmente por doenças autoimunes, não foram menos afetados pelas formas graves da covid-19 durante a pandemia, aponta um estudo francês publicado nesta terça-feira.

O estudo, que contou com quase 55.000 pacientes, “não sugere que o uso de antimaláricos sintéticos (APS) a longo prazo tenha um papel preventivo quanto ao risco de hospitalização, intubação ou morte relacionada com a COVID-19”, afirmam os autores.

Embora este trabalho de observação “não permita concluir formalmente na ausência de benefícios” deste tratamento na prevenção de uma forma grave da COVID-19, seus resultados não levam a recomendar o “uso preventivo” da hidroxicloroquina entre a população.

Os autores estudaram os casos de pacientes que receberam a prescrição de pelo menos seis tratamentos de hidroxicloroquina ou cloroquina entre 1 de janeiro de 2019 e 15 de fevereiro de 2020.

A hidroxicloroquina, derivado do antimalárico cloroquina, é receita em particular para tratar doenças autoimunes como o lúpus e a artrite reumatoide.

Os resultados apontam inclusive um “risco maior de hospitalização, intubação e morte devido à COVID-19 entre os pacientes sob APS a longo prazo na comparação com o restante da população francesa”.

Mas as análises sugerem que isto se deve às “características associadas à patologia crônica subjacente”, sobretudo ao tratamento associado com “corticoides orais, mais do que à exposição aos APS”, segundo o estudo realizado pelo instituto francês Epi-phare.

A maioria dos testes clínicos com hidroxicloroquina foi interrompida no fim de maio, depois que vários estudos apontaram a falta de benefícios ante a COVID-19, como foi o caso do amplo estudo britânico Recovery.

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Saúde

Estados Unidos pagam US$ 1,6 bilhão por vacina contra covid-19

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A decisão faz parte da ação governamental chamada de Warp Speed, voltada para identificar rapidamente o desenvolvimento de vacinas contra o vírus

Vacina: os Estados Unidos aceleraram corrida para reservar remédios contra o novo coronavírus (SCIENCE PHOTO LIBRARY/Getty Images)

O governo dos Estados Unidos, liderado pelo presidente Donald Trump, deu mais um passo em direção ao domínio dos tratamentos contra o novo coronavírus. Além de o governo americano ter reservado 90% do estoque do remdesivir, primeiro tratamento promissor contra o vírus, agora pagará 1,6 bilhão de dólares para que a empresa de biotecnologia Novavax desenvolva 100 milhões de doses de sua potencial vacina até o começo de 2021.

A decisão faz parte da ação governamental chamada de Warp Speed (Velocidade de Dobra, em tradução literal), voltada para identificar rapidamente o desenvolvimento de vacinas para a covid-19. Em junho deste ano, os Estados Unidos anunciaram que estavam avaliando 14 candidatas para a produção delas. Dessas, apenas cinco chegaram a final, sendo elas as opções da Johnson & Johnson, da Moderna, Merck, Pfizer e a da parceria entre a farmacêutica anglo-sueca AztraZeneca e a Universidade de Oxford, que também será testada no Brasil em 5.000 voluntários.

A vacina Novavax está na fase 1/2 de testes clínicos e a expectativa da empresa é usar uma opção de duas doses, dadas com uma diferença de três semanas entre elas. No entanto, a companhia americana está estudando a possibilidade de uma vacina de apenas uma dose.

Mais de 200 medicamentos e cerca de 165 vacinas contra o vírus estão sendo desenvolvidos ao redor do mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 18 delas já estão na fase de testes clínicos.

Os projetos mais promissores, no momento, além do de Oxford, são os criados pela Sinovac e pela farmacêutica Moderna. O projeto da universidade britânica é o único que está na fase 3 de testes. A Moderna anunciou em junho a liberação para a terceira etapa, que começará já neste mês. Em primeiro de julho, a vacina da farmacêutica Pfizer demonstrou bons resultados em seres humanos em um teste preliminar com 45 pessoas.

A reserva do remdesivir

A Gilead, fabricante do medicamento, concordou em vender mais de 500.000 tratamentos para os Estados Unidos até setembro, o que é quase toda a capacidade de produção da empresa. Em um comunicado publicado no site oficial do Serviço de Saúde e Humanidades (HHS, na sigla em inglês) americano, o diretor do órgão, Alex Azar, afirmou que “o presidente Donald Trump conseguiu um acordo incrível para assegurar que os americanos tenham acesso à primeira terapia para covid-19” — o que pode fazer com que os demais países, inclusive o Brasil, receba menos doses da medicação, pelo menos nos próximos três meses.

Quando teremos uma vacina contra a covid-19?

Uma pesquisa aponta que as chances de prováveis candidatas para uma vacina dar certo é de 6 a cada 100 e a produção pode levar até 10,7 anos. O doutor em microbiologia e divulgador científico, Atila Iamarino, acredita que as vacinas da Coronavac, a americana Novavax e a de Oxford são, também, as mais promissoras. Iamarino também acredita que, caso as vacinas não deem certo, outras que estão sendo produzidas pelas farmacêuticas Johnson & Johnson e pela MSD podem solucionar o problema.

Apesar disso, as expectativas de uma prevenção ser criada ainda em 2020 são baixas e a maioria das companhias aponta que, se tudo der certo, teremos uma até o ano que vem.

Por aqui, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Distrito Federal vão participar dos testes da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac. Nove mil voluntários serão testados. O acordo entre o Instituto Butantan e o laboratório Sinovac prevê a transferência de tecnologia para a produção da vacina e distribuição no Sistema Único de Saúde (SUS). A previsão é que esteja disponível para a população em abril ou maio de 2021.

De acordo com o monitoramento em tempo real da universidade Johns Hopkins, mais de 10 milhões de pessoas estão infectadas pelo vírus no mundo e 511.909 morreram. Os Estados Unidos são o epicentro da doença, com mais de 2,6 milhões de doentes e mais de 127.000 mortes. Em segundo lugar no ranking está o Brasil, com 1.402.041 de infectados e mais de 59.000 óbitos.

Nenhum medicamento ou vacina contra a covid-19 foi aprovado até o momento para uso regular, de modo que todos os tratamentos são considerados experimentais.

Segundo o relatório A Corrida pela Vida, produzido, unidade de análises de investimentos e pesquisas da , as pesquisas para o desenvolvimento de uma vacina já contam com o financiamento de pelo menos 20 bilhões de dólares no mundo. Desse valor, 10 bilhões foram liberados por um programa do Congresso dos Estados Unidos.

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Saúde

Histórico de atleta não ameniza covid-19, mas atividade física pode ajudar

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Pesquisa indica benefícios da atividade física à saúde respiratória, mas passado de atleta não está ligado à proteção no presente

Exercícios: estudo mostra que atividade física pode ajudar a amenizar covid-19 (Freeletics/Divulgação)

Pessoas que praticam ou praticaram exercícios físicos não estão imunes ao novo coronavírus. Como é um vírus para o qual o corpo humano não possui anticorpos, ele pode causar danos sérios à saúde e levar à morte mesmo pessoas jovens e previamente saudáveis. No entanto, quem pratica exercícios físicos de intensidade moderada pode ter uma proteção adicional contra o desenvolvimento de complicações da covid-19. É o que mostra um estudo feito na Universidade de Virginia, nos Estados Unidos.

A pesquisa indica que as pessoas que fazem exercícios físicos têm uma elevação da enzima superóxido dismutase, que é produzida pelos músculos. Essa enzima está ligada com a proteção do sistema cardiorrespiratório em humanos.

Com isso, o organismo dessas pessoas pode – não é uma garantia – impedir o desenvolvimento de sintomas como falta de ar, respiração acelerada, fraqueza muscular e tosse da Síndrome da Angústia Respiratória Aguda, uma complicação da infecção pelo novo coronavírus.

“O exercício regular tem mais benefícios do que conhecemos. A proteção contra doenças respiratórias severas é um dos muitos exemplos”, diz Zhen Yan, médico que liderou a pesquisa da Universidade de Virginia.

Vale notar que tudo que se sabe sobre o novo coronavírus ainda é recente. No tempo da ciência, que investiga, por exemplo, há mais de 30 anos vírus como o HIV, os sete meses que conhecemos a covid-19 ainda representam muito pouco tempo para tirar grandes conclusões a respeito da doença.

O exercício físico regular é uma prática importante para a saúde e recomendada pela Organização Mundial da Saúde por estar ligada a uma série de benefícios ao organismo humano. Caso não seja possível exercitar-se dentro de casa, caminhadas ou corridas devem ser realizadas sempre de máscara, e as aglomerações devem ser evitadas.

E sobre histórico de atleta, não há evidência de que isso ofereça algum tipo de proteção contra a covid-19 no presente.

 

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Saúde

OMS reconhece evidências sobre transmissão da covid-19 pelo ar

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Nesta segunda, mais de 230 cientistas assinaram uma carta aberta endereçada a OMS por ter minimizado os riscos de uma contaminação do coronavírus pelo ar

Tratamento coronavírus: os riscos da dexametasona, remédio que pode salvar contra covid-19 (Radoslav Zilinsky/Getty Images)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu nesta terça-feira “evidências emergentes” de transmissão pelo ar do novo coronavírus, depois que um grupo de cientistas cobrou o organismo global a atualizar suas orientações sobre como a doença respiratória se espalha.

“Temos conversado sobre a possibilidade de transmissão pelo ar e transmissão por aerossol como uma das modalidades de transmissão da Covid-19”, disse Maria Van Kerkhove, principal autoridade técnica da OMS para a pandemia de Covid-19, em uma coletiva de imprensa.

A OMS havia dito anteriormente que o vírus que causa a doença respiratória Covid-19 se dissemina principalmente através de pequenas gotículas expelidas pelo nariz e pela boca de uma pessoa infectada que logo caem no chão.

Mas em uma carta aberta enviada à agência sediada em Genebra e publicada na segunda-feira no periódico científico Clinical Infectious Diseases, 239 especialistas de 32 países delinearam indícios que, dizem, mostram que partículas flutuantes do vírus podem infectar pessoas que as inalam.

Como estas partículas menores que são exaladas podem permanecer no ar, os cientistas exortaram a OMS a atualizar suas diretrizes.

Falando em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira em Genebra, Benedetta Allegranzi, principal autoridade técnica de prevenção e controle de infecções da OMS, disse que há evidências emergentes de transmissão do coronavírus pelo ar, mas que estas não são definitivas.

“… A possibilidade de transmissão pelo ar em locais públicos –especialmente em condições muito específicas, locais cheios, fechados, mal ventilados que foram descritos– não pode ser descartada”, disse.

“Entretanto, os indícios precisam ser reunidos e interpretados, e continuamos a apoiar isso.”

Qualquer alteração na avaliação de risco de transmissão pela OMS pode afetar seus conselhos atuais sobre manter o distanciamento físico de 1 metro. Governos, que também contam com a agência para definir suas políticas de orientação, também podem precisar ajustar as medidas de saúde pública destinadas a conter a propagação do vírus.

Mais de 230 cientistas no mundo todo assinaram uma carta aberta nesta segunda-feira (6) endereçada a Organização Mundial da Saúde (OMS) por ter minimizado os riscos de uma contaminação do novo coronavírus pelo ar. A OMS acredita que a covid-19 é espalhada principalmente por gotículas de saliva expelidas quando as pessoas tossem, falam ou espirram, por exemplo. Mas, de acordo com os cientistas, isso não é verdade — e o vírus pode sim ser espalhado via ar.

Segundo os 239 profissionais de 32 países diferentes, existem evidências que apontam que partículas menores do SARS-CoV-2 podem infectar as pessoas e pediram para que a organização revise as suas recomendações. A última versão, publicada pela OMS no dia 29 de junho, afirma que a transmissão por ar é somente possível “depois de procedimentos medicos que produzem aerosol” e a principal orientação é que as pessoas lavem as mãos e fiquem pelo menos a um metro de distância de outras pessoas.

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É Destaque

Saúde recebe 30 respiradores do governo federal

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Os aparelhos serão distribuídos para cinco hospitais da rede pública

 

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal ganhou mais 30 respiradores (ventiladores pulmonares) para reforçar a estrutura dos hospitais públicos do Distrito Federal e ampliar a capacidade de atendimento da rede. O repasse foi feito nesta segunda-feira (6) pelo Ministério da Saúde e beneficiará cinco unidades hospitalares.

Os aparelhos são essenciais para o tratamento de pacientes com a Covid-19, uma vez que realizam a função que deveria ser feita pelos pulmões.

Em junho, a Secretaria de Saúde recebeu 200 respiradores do Ministério da Saúde só para atender aos casos graves de Covid-19. Os equipamentos foram distribuídos em 13 hospitais públicos e já estão ajudando pacientes acometidos pela doença.

“Novamente, o governo federal e o ministro Eduardo Pazuello reforçam a saúde pública do Distrito Federal com mais essa entrega. Essa aquisição será de extrema importância para enfrentar o pico da pandemia e garantir um atendimento de qualidade à população”, afirmou o secretário de Saúde, Francisco Araújo.

Os equipamentos entregues pelo Ministério da Saúde costumam ser divididos entre os modelos mecânico ou de transporte e emergência. Desta vez, todos os 30 ofertados são mecânicos.

A distribuição

Hospital de Base (HB) – 10

Hospital Regional de Samambaia (HRSam) – 7

Hospital Regional de Taguatinga (HRT) – 6

Hospital Regional da Asa Norte (Hran) – 6

Hospital Regional do Guará (HRGu) – 1

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Saúde

Consumo de suplementos cresce na pandemia. Mas quando usar?

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Pesquisa mostra que a procura por esses produtos aumentou no Brasil com a Covid-19 — muito pela alegação de que melhoram a imunidade

Investir em suplementos sem antes tentar acertar a alimentação é uma furada. Foto: Deborah Maxx/SAÚDE é Vital.

 

A pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) pode ter contribuído para a população brasileira usar mais suplementos alimentares. Ao menos é o que sugere um levantamento encomendado pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentos Para Fins Especiais e Congêneres (Abiad).

Foram realizadas 275 entrevistas no mês de maio nas cidades de Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza, Brasília e Belém. Em todo os lares avaliados, pelo menos um morador recorria aos suplementos. O estudo indica que 48% desses usuários passaram a ingerir mais multivitamínicos e afins. Outros 47% mantiveram a mesma taxa de consumo, enquanto apenas 5% diminuíram.

De acordo com a engenheira de alimentos Tatiana Pires, presidente da Abiad, o crescimento era esperado. “Os respondentes já se preocupavam com a saúde. Na pesquisa que realizamos anteriormente, concluímos que eles mantêm um estilo de vida equilibrado e buscam informações sobre isso”, relata.

No período da pandemia, a maior justificativa para o aumento da busca foi melhorar a imunidade (63%), sendo que 9% dos indivíduos mencionaram especificamente a Covid-19. Os três tipos mais procurados foram multivitamínicos (28%), vitamina C (26%) e vitamina D (8%).

Mas atenção: não há evidência de que suplementos reduzam o risco de infecção pelo novo coronavírus. Em um documento que aborda diferentes tratamentos contra essa infecção, a Sociedade Brasileira de Infectologia afirma: “Não há comprovação de benefício do uso de vitaminas C ou D, nem de suplementos alimentares, como zinco, exceto em pacientes que apresentam hipovitaminose ou carência mineral”.

O recado, aliás, não vale apenas no contexto do Sars-CoV-2. De acordo com uma revisão de 29 estudos liderada pelo Instituto Cochrane, a suplementação de vitamina C não preveniu resfriados, por exemplo. A substância pode reforçar o sistema imune, mas em doses normais, que são atingíveis com uma alimentação minimamente balanceada.

No mais, extrapolar a dose diária preconizada de certos nutrientes por meio da suplementação pode aumentar o risco de problemas de saúde, como mostramos neste especial.

Chama a atenção o dado de que apenas 20% dos participantes do levantamento da Abiad consultaram profissionais da saúde antes de aumentar o consumo de suplementos na pandemia. Tatiana pondera que as pessoas avaliadas já eram acompanhadas por especialistas e que a suplementação não necessariamente precisa de endosso médico.

Antes da Covid-19, segundo dados da entidade, pouco mais da metade dos usuários de suplementos o fazia seguindo orientação de um médico ou nutricionista. A redução nas consultas observada agora é, de acordo com a Abiad, reflexo direto do isolamento social e do maior distanciamento dos profissionais no período. A questão é: como saber se você sofre alguma carência sem exames ou uma avaliação pormenorizada da dieta?

Por fim, o estudo revela que 70% daqueles que aumentaram o consumo desses produtos desejam manter o hábito após a pandemia. Para Tatiana, a ideia faz sentido se pensarmos que a maioria dos brasileiros não atinge a meta de ingerir pelo menos 400 gramas de frutas, verduras e legumes, como sugere a Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Os suplementos alimentares são aliados para fornecer nutrientes e complementar uma alimentação saudável. Ao longo dos últimos cinco anos, desde a primeira pesquisa sobre os hábitos de consumo no Brasil, houve um amadurecimento do uso da categoria, maior consciência do consumidor e segurança no uso”, analisa a presidente da Abiad.

Nutrientes em prol da imunidade
Ok, o excesso de uma ou outra vitamina pode não trazer proteção adicional contra o coronavírus. Mas, de fato, há substâncias presentes em alimentos que, na quantidade adequada, beneficiam o sistema imunológico de maneira geral.

O zinco (mineral encontrado em carnes, frutos do mar, peixes, cereais integrais) é um deles. A aclamada vitamina C, presente em frutas cítricas e famosa por seu potencial antioxidante, é outro. A capacidade antioxidante do selênio, abundante na castanha-do-Pará, também o coloca como aliado contra infecções.

Algumas pesquisas dão conta de que a vitamina D, obtida por meio da exposição aos raios solares e do consumo de certos pescados, favoreceria o trabalho das nossas células de defesa.

A melhor forma de obter quantidades adequadas dessas substâncias é através da dieta e de bons hábitos. Se houver carências, o profissional de saúde pode prescrever exames e suplementos para corrigi-las.

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