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segunda-feira, 12/01/2026

mercados europeus fecham misto com tensão geopolítica e dúvidas sobre o fed

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As bolsas na Europa tiveram resultados diferentes nesta segunda-feira, 12, enquanto investidores observam os efeitos dos protestos recentes no Irã e a crescente pressão política sobre Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed) nos Estados Unidos.

Em Londres, o índice FTSE 100 subiu 0,16%, alcançando 10.140,70 pontos. Frankfurt viu o DAX subir 0,54%, a 25.397,77 pontos. Em Paris, o CAC 40 caiu 0,04%, a 8.358,76 pontos, enquanto em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,31%, para 8.494,08 pontos. O índice Ibex 35, de Madri, teve alta de 0,14%, chegando a 17.673,80 pontos. Já o FTSE MIB, em Milão, subiu discretamente 0,03%, atingindo 45.732,20 pontos.

Os investidores estão atentos aos protestos em massa no Irã, que foram reprimidos com violência pelas autoridades locais. A União Europeia está considerando a possibilidade de aplicar novas sanções contra o Irã devido à forma como as manifestações foram tratadas.

Com o aumento do risco geopolítico, os preços do ouro e da prata alcançaram valores recordes, beneficiando o setor de mineração, como a empresa Fresnillo, que cresceu 6,56% em Londres.

Além disso, o mercado financeiro está preocupado com a independência do Fed, após o Departamento de Justiça dos EUA ameaçar o presidente Jerome Powell com uma acusação criminal. Segundo Kathy Jones, estrategista-chefe de renda fixa da Charles Schwab, essa ação é vista como uma tentativa do presidente Donald Trump de forçar a saída de Powell ou outros membros do Fed.

Enquanto isso, as ações do banco Barclays aumentaram 0,6%, apesar da proposta do presidente Trump de limitar as taxas de juros dos cartões de crédito a 10% durante um ano.

Em Amsterdã, as ações da empresa BE Semiconductor Industries (Besi) subiram 7,54%. A companhia holandesa planeja divulgar seus resultados do quarto trimestre em breve e espera que os pedidos desse período ultrapassem 250 milhões de euros, um crescimento de 43% em relação ao trimestre anterior.

Por outro lado, as ações da cervejaria Heineken caíram 4,82% após o anúncio do CEO e presidente do conselho, Dolf van den Brink, de que pretende deixar o cargo em 31 de maio.

Estadão Conteúdo

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