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Mau humor global por temor com variante delta de covid-19 pesa no Ibovespa

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No Brasil, há registro de pelo menos 97 casos de infecção pela variante Delta, dos quais cinco resultaram em mortes, conforme o Ministério da Saúde.

(crédito: Michael Dantas/AFP)

Depois de testar os 123 mil pontos, o Ibovespa tenta recuperar os 124 mil pontos, mas tem dificuldade, dado o mau humor global. Mais cedo, a mínima alcançada foi de 123.859,93 pontos. A última vez que o índice ficou neste nível fora no dia 26 de maio, quando fechou aos 123.989,17 pontos.
Às 11h13 desta segunda-feira, dia 19, o Ibovespa tinha recuo de 1,66%, aos 123.871,05 pontos, após máxima aos 125.958,07 pontos, enquanto em Nova York as bolsas caiam entre 1,70% e 2,00%. Na Europa, as bolsas têm perdas expressivas neste horário, com destaque para a de Londres, com retração perto de 3,50% nesta manhã, em dia de reabertura da economia do Reino Unido. Depois de subir para a faixa de R$ 5,20, o dólar reduzia alta a 1,20%, para R$ 5,177 no horário citado acima.
Por trás do mau humor mundial estão crescentes preocupações com a disseminação da variante Delta no mundo – altamente contagiosa. Se a queda do Ibovespa prevalecer até o encerramento do pregão, será o terceiro dia de desvalorização. Depois de cair 0,73% na quinta-feira, encerrou com declínio de 1,18% no dia seguinte, aos 125.960,26 pontos.
No Brasil, há registro de pelo menos 97 casos de infecção pela variante Delta, dos quais cinco resultaram em mortes, conforme o Ministério da Saúde.
O temor, ressalta o economista-chefe do ModalMais, Álvaro Bandeira, é que o aumento de temores relacionados à variante Delta de coronavírus leve ao fechamento de atividade em algumas regiões e países do planeta, a despeito da redução no número de internações e de pessoas mortas pela doença no mundo e também no Brasil.
Mesmo com este temor, Mauro Orefice, diretor de investimentos da BS2 Asset, pondera que os mercados podem sofrer menos do que quando a pandemia começou, no início do ano passado. “Parece que agora os ativos estão tendo pela primeira vez uma reação um pouco mais forte. Contudo, acredito que não deve ser um movimento como o visto em 2020, dado que os mercados e as economias estão mais preparados. Naquela ocasião, ninguém sabia precificar. Agora, não é o caso”, afirma.
Em meio a este quadro, a aversão a risco é ainda influenciada pelo acordo da Opep+, de continuar com o aumento gradual da produção da commodity, em meio à retomada da demanda global e alta nos preços.
A despeito deste temor, a aversão a risco pode ser passageira, avalia Viviane Vieira, equity sales trader da B.Side Investimentos, escritório plugado ao BTG Pactual. Segundo ela, a liquidez global ainda deve continuar farta, o que pode atenuar esse mau humor na Bolsa. “Podemos imaginar o Ibovespa muito mais lateral no curto e médio prazos”, estima.
No entanto, sem dúvida hoje, diz, as ações que mais devem sofrer serão aquelas ligadas ao setor de commodities, caso de Vale e Petrobras. “Isso deve pesar, e o Ibovespa abrir com uma correção em torno de 1%. Porém, pode amenizar ao longo do dia, a depender do noticiário”, pondera.
A despeito disso, alerta que o quadro inflacionário também continua preocupante no Brasil. Segundo Viviane, o investidor ficará atento para tentar entender se essa dinâmica inflacionária é provisória ou permanente. “Nos EUA, os dados recentes de inflação vieram fortes por causa da venda de veículos usados, mas, com a volta da economia, tende a se estabilizar”, estima.
Apesar das preocupações envolvendo a pandemia, o Estado de São Paulo deve reduzir as restrições impostas pela fase emergencial de combate à covid-19, em vigor até o dia 31, a partir de 1º de agosto, informa Lauro Jardim do jornal O Globo.
Enquanto o petróleo cai na faixa de 4% no exterior, o minério de ferro negociado em Qingdao, na China, fechou em baixa de 0,18%, ainda assim as ações do segmento cediam entre 2% e 3%. Em entrevista ao Estadão Broadcast, o presidente da mineradora, Eduardo Bartolomeo, disse que “quando o ciclo do minério terminar, a Vale continuará bem posicionada”. Às 11h11, Vale ON caía 2,43.
Além disso, o recuo na produção de petróleo em junho no Brasil pode influenciar negativamente as ações da Petrobras. Os papéis PN e ON da estatal cediam 2,40%.
O investidor ainda fica de olho nas ações da nova empresa (AMER3). A companhia nasceu da combinação operacional das Lojas Americanas e B2W, que começam a ser negociadas hoje na B3.
Em tempo: no último dia 15, o investidor estrangeiro retirou R$ 951 milhões da B3.

Economia

Crédito pessoal: quais bancos oferecem os empréstimos mais baratos (e mais caros)

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Banrisul é banco que oferece o menor custo na linha de crédito pessoal. Losango, o maior

(RafaPress/Getty Images)

O banco Banrisul oferece o crédito pessoal mais barato entre 14 bancos analisados em uma pesquisa da Associação Nacional de Consumidores, a Proteste.

O levantamento comparou o Custo Efetivo Total anual (CET) de cada empréstimo. É esse valor que indica se um crédito é de fato mais barato ou mais caro, pois inclui todos os encargos, tributos, taxas e despesas da operação.

Na pesquisa, foram criados quatro cenários: de R$ 3 mil e R$ 6 mil, com parcelamento de 12 e 18 vezes. Em todos, houve uma grande variação do CET.

No empréstimo de R$ 3 mil, em 12 vezes, no Banrisul os juros eram de 46,85% ao ano, enquanto no Simplic, 466,01% a.a. Isso significa que o consumidor pagaria, no final de 12 meses, R$ 3.671,64 e R$ 6.795,24, respectivamente.

Para o mesmo valor dividido em 18 parcelas, o CET ficava 47,34% ao ano no Banrisul e 401,83% ao ano na Losango. Ou seja, o valor total sairia R$ 4.020,66 no Banrisul e R$ 8.528,04 na Losango. Ou seja, quem optasse pela Losango pagaria mais que o dobro do valor.

Na simulação do crédito de R$ 6 mil, em 12 vezes, o Banrisul apresentou o menor CET: 46,85%, enquanto a Portocred apresentou o maior CET (409,58% ao ano).

Já em um empréstimo de 18 meses, o total ficaria em R$ 8.041,14 no Banrisul (47,34% ao ano) e R$ 16.597,08 na Losango (376,18% ao ano).

Vilão do endividamento

Cartões de créditos (72%), desemprego (42%) e o crédito pessoal (36%) foram apontados como “vilões” do endividamento, segundo uma pesquisa da Proteste (Associação Brasileira de Defesa ao Consumidor)

Muitos brasileiros recorrem a linhas de crédito pessoal por ser de “contratação rápida e pouco burocrática”, segundo Rodrigo Alexandre, especialista da Proteste. Mas é necessária muita atenção.

A dica dada pelo especialista é fazer uma pesquisa, comparar o valor do CET  e escolher o menor.  Mas mesmo com juros mais baixos o crédito deve ser usado de forma consciente e as parcelas de pagamento não podem comprometer mais de 30% do rendimento mensal, ressalta Alexandre.

Como funciona o crédito pessoal

Para contratar o crédito pessoal, basta solicitar o valor desejado, passar pela análise de crédito da instituição financeira, aguardar a aprovação e depois, a liberação do dinheiro.

Diferentemente do financiamento de imóveis ou carros, a instituição financeira não precisa saber para que o valor do crédito será utilizado. E o prazo para a quitação pode variar de de 12 a 60 meses.

“A indicação é evitar o crédito pessoal ao máximo. Mas ele é uma boa opção se for para substituir uma dívida mais cara, como cartão de crédito ou cheque especial, que praticam os juros mais caros do mercado”, concluí Alexandre, especialista Proteste.

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Leilão da Receita Federal tem lance inicial a partir de R$ 350

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Leilão online da Receita Federal disponibiliza ao comprador diversas mercadorias apreendidas. São 52 lotes de itens diversos como acessórios, eletrônicos, pedras preciosas e outros

(Spencer Platt/Getty Images)

A Receita Federal realizará leilão online de mercadorias apreendidas no dia 30 de junho. São 52 lotes de artigos como acessórios, eletrônicos, pedras preciosas, produtos de informática, veículos, vestuário, videogames, dentre outros.

O evento funciona em fases: o recebimento de propostas teve início no dia 14 de junho e terá encerramento no dia 29 de junho às 21h.

Itens com preços especiais

Um dos destaques do evento é um Volkswagen Fox 1.0 2007 com lance mínimo na casa dos R$ 5.200. Outro automóvel em preço especial é um Honda Fit 2004 que pode ser arrematado por lance inicial de R$ 6.500.

Além dos veículos disponíveis, o leilão conta com outras modalidades de produtos como itens de informática. Em um dos lotes, serão leiloadas mais de 60 placas-mães pelo valor mínimo de R$ 7.000. O comprador tem a chance de adquirir vários kilos de diversas pedras preciosas como quartzo e ametista pelo valor inicial de R$ 2.600.

Como participar do leilão

Para quem tiver interesse em arrematar algum item, é necessário utilizar o certificado digital válido pelo Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e acessar a opção “Participar de Leilão Eletrônico” no site da Receita Federal.

O edital contém a relação das mercadorias e as demais informações sobre o processo de compra. É importante lembrar que os itens comprados por pessoas físicas não tem liberação para fins comerciais, diferentemente das compras realizadas por pessoas jurídicas, que poderão ser voltadas para uso pessoal, consumo, industrialização ou até comércio.

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Economia

Volume de IPOs afunda nos EUA após boom durante a pandemia

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As empresas levantaram apenas US$ 4,9 bilhões por meio de ofertas públicas iniciais de ações nos EUA este ano, menos de 6% da soma recorde levantada no primeiro semestre de 2021

(Spencer Platt/Getty Images)

No ano passado, as empresas desafiaram a pandemia de coronavírus para abrir capital em um ritmo recorde nos EUA. Agora, a volatilidade do mercado, a inflação e os temores de uma desaceleração trouxeram um fim abrupto à onda de IPOs.

As empresas levantaram apenas US$ 4,9 bilhões por meio de ofertas públicas iniciais de ações nos EUA este ano, menos de 6% da soma recorde levantada no primeiro semestre de 2021, segundo dados compilados pela Bloomberg. O volume foi cerca de um décimo da média de cinco anos de US$ 47 bilhões para o período.

Os banqueiros dizem que é improvável que a seca de IPOs diminua neste verão no hemisfério norte e pode até se arrastar pelo resto do ano se as perspectivas econômicas não melhorarem.

“Todos esses indicadores nos quais os investidores estão muito focados exigirão um impulso positivo antes que possamos esperar uma melhora na atividade do mercado de capitais”, disse Alaoui Zenere, co-diretora de mercados de capitais de renda variável para instituições financeiras e tecnologia financeira do JPMorgan, referindo-se a dados como o índice de preços ao consumidor e o Cboe Volatility Index, conhecido como VIX.

“Se o mercado se estabilizar por um período de tempo sustentado, poderemos ver uma quantidade decente de oferta”, disse ela. “Mas se o mercado continuar volátil, as empresas adotarão uma abordagem prudente no acesso aos mercados de capitais.”

Embora os IPOs tenham caído em relação ao recorde do ano passado em todo o mundo, a queda nos EUA é muito mais acentuada. O volume nos EUA caiu cerca de 95% em relação a este ponto no ano passado, em comparação com uma queda de apenas 41% em outros lugares, segundo os dados.

Até agora em 2022, apenas dois IPOs em bolsas dos EUA arrecadaram mais de US$ 500 milhões cada. A gestora de ativos alternativos TPG levandou US$ 1,1 bilhão em janeiro, enquanto a Bausch + Lomb, uma filial de cuidados oculares da gigante da saúde, atingiu US$ 630 milhões em maio. As ações da TPG caíram 13% até o fechamento de segunda-feira, e a Bausch + Lomb caiu 13% em seu primeiro mês e meio como empresa de capital aberto.

O declínio dessas e de outras empresas que foram listadas em bolsa recentemente podem estar ter levado quem cogita fazer um IPO a hesitar.

A Coinbase anunciou um congelamento de contratações e rescindiu ofertas para alguns candidatos a emprego depois que sua ação perdeu mais de três quartos de seu valor este ano. A fabricante de veículos elétricos Rivian – depois de arrecadar quase US$ 14 bilhões em um IPO no ano passado – luta com a escassez de suprimentos e falhas de fabricação, levando o papel a cair 73% desde 1º de janeiro.

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Inflação pelo IGP-M sobe para 0,59% em junho

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Pesquisa é da Fundação Getulio Vargas

(Priscila Zambotto/Getty Images)

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) registrou inflação de 0,59% em junho deste ano, percentual  maior que o de maio: 0,52%. Segundo informou hoje (29), a Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, com o resultado o indicador acumula 8,16% em 2022. Em 12 meses, o IGP-M é de 10,70%, abaixo dos 35,75% acumulados em junho de 2021.

A alta do IGP-M de maio para junho foi puxada pelos preços no varejo e pelo custo da construção.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, subiu de 0,35% em maio para 0,71% em junho. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) passou de 1,49% para 2,81% no período.

E o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o atacado, teve queda ao passar de 0,45% em maio para 0,30% em junho.

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Aneel aprova reajuste médio de 12,04% nas tarifas da Enel Distribuição São Paulo

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Para os consumidores conectados em baixa tensão, que inclui os clientes residenciais, o aumento médio será de 10,15%

Enel: o porcentual aprovado já considerou os créditos de PIS/Cofins, cuja devolução para os consumidores foi definida em lei sancionada nesta semana (Enel/Divulgação)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira, 28, reajuste médio de 12,04% nas tarifas da Enel Distribuição São Paulo. Os novos valores passam a vigorar em 4 de julho.

Para os consumidores conectados em baixa tensão, que inclui os clientes residenciais, o aumento médio será de 10,15%. Já para aqueles que são atendidos em alta tensão, como as indústrias, o efeito médio será de 18,03%.

O porcentual aprovado já considerou os créditos de PIS/Cofins, cuja devolução para os consumidores foi definida em lei sancionada nesta semana. A medida resultou em redução de 8,7% frente ao aumento previsto inicialmente.

Foi contabilizado também parte do aporte de R$ 5 bilhões que a Eletrobras fará na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para compensar a mudança no regime de suas usinas, que deixam de ser descotizadas e passarão a vender no mercado livre de energia depois da capitalização da empresa. A redução com a iniciativa foi de 2,84%.

Segundo o relator do processo, diretor Hélvio Guerra, a lei que limita a incidência a alíquota de ICMS até 18% sobre energia elétrica poderia reduzir ainda mais os aumentos. Apesar de já ter sido sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, os estados ainda precisam regulamentá-la de modo que ela não foi considerada neste processo tarifário.

O Estado de São Paulo já implantou a redução sobre combustíveis, mas ainda não contemplou as tarifas de energia elétrica.

O diretor afirmou que simulação conservadora feita pela agência reguladora estima efeito médio de redução de 10,4% na tarifa quando ela for aplicada.

 

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As passagens da ultra low cost Viva são realmente mais baratas? Compare

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Companhia aérea começou a operar no país prometendo passagens aéreas de 25% a 40% mais baratas do que as das empresas tradicionais

Aviões da Viva Air: passagens da companhia começaram a ser vendidas por preços bem baixos, mas a diferença já diminuiu (Viva Air/Divulgação)

ultra low cost colombiana Viva começou a operar no país prometendo passagens aéreas de 25% a 40% mais baratas do que as das companhias aéreas tradicionais. Contudo, consegue ter preços, em média, até 18% mais baratos do que o de outras companhias.

É o que aponta um levantamento do comparador de passagens aéreas Viajala.

Neste mês, a colombiana está mais competitiva na rota entre São Paulo e Cancún, na qual fica em média 18% abaixo do preço de outras companhias.

Em voos para Cartagena e Cidade do México, os bilhetes da Viva são em média 15% mais baratos, enquanto para Orlando são 12% mais em conta.

Contudo, para Punta Cana os bilhetes são apenas 7% mais baratos do que o cobrado por outras linhas aéreas.

A única rota na qual seus bilhetes não são mais baratos é para Miami, para onde cobra bilhetes 3% mais caros do que a média.

Made with Flourish
Mas essa diferença já foi maior. A companhia está vendendo bilhetes entre São Paulo e as rotas mencionadas desde fevereiro. Naquele momento, os preços chegaram a ser 167% mais baixos.
A maior variação foi registrada na rota entre São Paulo e Orlando. Enquanto a Viva cobrava R$ 1.089 pelos bilhetes, as concorrentes cobravam R$ 2,9 mil. Para Cartagena, os preços ficavam 60% abaixo da média das outras companhias.
Made with Flourish
Na visão de Thomas Allier, CEO do Viajala, os preços da Viva são realmente mais baixos. O problema, aponta, é que a concorrência no segmento low cost aumentou. “Agora tanto a Avianca como a Latam tem tarifas que incluem apenas o assento e uma mala de mão. Além disso, a competição se adequa à nova oferta e começa a oferecer preços melhores”.
O modelo da Viva não é novo. Contudo, é uma novidade ter uma low cost que realiza voos do Brasil para o Caribe e os Estados Unidos, explica Allier. “É um risco fazer voos tão longos em um assento pequeno. A Ryanair, na Europa, faz voos de, no máximo, 4 horas. Estamos falando de voos de 10 horas com conexão na Colômbia. Mas a Viva acredita que existem pessoas que abrem mão de comodidade para voar mais barato”.
Além disso, alerta, quem vai para a Flórida costuma voltar com mais bagagem e pode ter surpresas. “O preço para bagagem adicional pode sair muito caro, e não compensar o bilhete mais em conta. É necessário calcular e verificar se vale a pena”.

Os planos da Viva

Todos os voos passam antes por Medellín, na Colômbia. A conexão, garantem os executivos da Viva, dura menos de uma hora. A companhia aérea terá capacidade para transportar 188 passageiros por voo.

Inicialmente, a Viva irá operar três voos por semana no país, às terças, quintas e domingos, com saídas do Aeroporto Internacional de São Paulo.

As tarifas básicas da Viva permitem que cada passageiro leve apenas uma bagagem de mão. Todo serviço é cobrado adicionalmente. Caso sejam contratados no aeroporto, seus custos podem subir, no mínimo, 50%.

Além disso, os bilhetes são vendidos majoritariamente pela internet, o que também ajuda a reduzir custos.

A frota da Viva é composta apenas por um tipo de aeronave, o modelo A320neo, da Airbus, com no máximo dois anos de funcionamento. Isso reduz custos com treinamentos e equipamentos. Ainda que o uso de cada aeronave seja maximizado na operação, ele é compensado por essas eficiências.

 

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