O mês de março trouxe muitas histórias de novas chances e recomeços para milhares de mulheres no Distrito Federal. O programa Março Mais Mulher 2026, do Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria da Mulher, atingiu direta ou indiretamente mais de 170 mil mulheres, ampliando o acesso a serviços de apoio, capacitação, orientação e geração de renda.
Durante os 31 dias, a secretaria realizou mais de 180 atividades em diversas regiões, como palestras em escolas, rodas de conversa, oficinas sobre violência digital e ações comunitárias, fortalecendo a rede de proteção no DF.
A governadora Celina Leão ressaltou a importância das políticas públicas para dar às mulheres mais independência. “O calendário dedicado às mulheres trouxe acolhimento, oportunidades e dignidade para milhares delas. Garantimos não só proteção, mas também as condições para que cada mulher construa sua autonomia”, afirmou.
Destaques do programa foram o Movimente, em parceria com o Sebrae, que ofereceu palestras, oficinas e painéis sobre empreendedorismo, qualificação profissional e inovação, e o Realize com Pipoca, que promoveu lazer com sessões de cinema para mulheres em situação vulnerável.
A loja colaborativa do Cerrado Feminino, inaugurada no Shopping JK, ajudou empreendedoras locais a gerar renda e funcionará até o fim de abril. A Casa da Mulher Brasileira Itinerante atendeu mais de 400 mulheres em Planaltina, com apoio psicológico, orientação jurídica e encaminhamentos.
Outras ações incluíram o desfile Tecidas de Histórias, com 25 mulheres assistidas pelos Comitês de Proteção à Mulher, na Câmara Legislativa do Distrito Federal, e a Corrida Circuito da Mulher, na Praça do Buriti, com mais de 8.700 participantes, promovendo esporte, saúde e união.
O mês terminou com o Congresso Realize, que capacitou centenas de mulheres em empreendedorismo e troca de experiências. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destacou os resultados: “Ampliamos atendimentos, fortalecemos a rede de proteção e garantimos oportunidades reais para transformar vidas”.
Maria Eunice Ramos, moradora de Vicente Pires e participante do congresso, falou sobre o impacto: “Quando essas ações chegam até nós, fazem muita diferença. Esse apoio nos dá confiança, orientação e chances reais de mudar de vida”.

