O pastor Silas Malafaia respondeu às críticas feitas pela primeira-dama, Janja Lula da Silva, afirmando que suas declarações sobre um encontro com mulheres evangélicas foram mal interpretadas. Ele negou ter chamado as participantes do evento de “insignificantes” e acusou adversários políticos de espalhar informações falsas.
Malafaia explicou que se referia à falta de líderes com projeção nacional no encontro, e não à importância das mulheres presentes para suas famílias, igrejas ou comunidades. Ele ressaltou que sua atuação no debate público é significativa, e que as críticas demonstram sua influência.
Ao comentar o episódio, o pastor ampliou suas críticas ao PT, afirmando que figuras conservadoras e lideranças evangélicas frequentemente sofrem ataques políticos. Segundo ele, há uma tentativa deliberada de distorcer suas palavras, ligando-o ao que chamou de “demônio da mentira”.
Silas Malafaia também minimizou a declaração da primeira-dama de que não o reconhece como pastor, dizendo que sua trajetória religiosa não depende da aprovação de figuras políticas.
Críticas ao PT e à carta aos evangélicos
Em um vídeo publicado nas redes sociais, o pastor criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT após o partido divulgar uma carta aos evangélicos que questiona o uso da fé na política. Ele contestou a legitimidade do partido para tratar do tema, observando que o PT usou discursos voltados ao público evangélico durante a eleição presidencial de 2022.
Malafaia também criticou posições do governo relacionadas a costumes, família e religião, afirmando que o PT está cada vez mais distante do eleitorado evangélico brasileiro.
