A saída de Flávio Bolsonaro do Brasil gerou opiniões diferentes entre pastores que apoiaram sua candidatura à Presidência. Silas Malafaia manifestou sua aprovação à decisão do senador, considerando sua fuga correta diante das investigações e ações judiciais que envolvem sua família.
Ele também criticou a postura do ministro Alexandre de Moraes, a quem chama de um agente político e a acusa de perseguir os bolsonaristas injustamente. Já o bispo Robson Rodovalho defendeu a fuga de Flávio, fazendo uma comparação com a proteção ensinada por Jesus Cristo diante da perseguição.
Em contraste, o pastor Cláudio Duarte optou por se afastar da disputa política, desejando que o país cresça independentemente do resultado eleitoral e evitando alimentar a polarização.
O contexto é de tensão após Flávio Bolsonaro deixar o país, após ter seu passaporte apreendido e ser proibido de sair pelo Supremo Tribunal Federal, que investiga suspeitas de irregularidades na campanha e tentativa de influenciar o Judiciário.
Enquanto a família Bolsonaro enfrenta essas acusações, a reação dos líderes religiosos revela diferentes estratégias para lidar com a situação e com os fiéis, variando entre apoio, crítica e neutralidade.


