Mônica Raquel Guadagnin enfrentou uma situação angustiante ao enterrar seu filho duas vezes devido a um erro no Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis. Durante o processo de liberação dos corpos, houve uma falha que resultou na troca de três corpos, levando famílias a enterrassem pessoas erradas.
Juliano Henrique Guadagnin, de 24 anos, morreu em um acidente de moto no dia 9 de abril. No mesmo dia, outros dois homens, Denner Dario Colodina, de 29 anos, e Patrick Nunes Ferreira, de 33 anos, foram encontrados mortos em São José, em casos sob investigação como homicídios. Os corpos dos três foram recolhidos pela mesma viatura e levados ao Instituto Geral de Perícias (IGP) da capital.
No dia seguinte, dois corpos foram liberados pelo IML para as funerárias, permitindo que as famílias realizassem os velórios e sepultamentos. Um dos corpos foi entregue à funerária contratada pela família de Juliano, com o sepultamento ocorrendo na tarde daquele mesmo dia.
O caso gerou revolta e tristeza, evidenciando a importância de processos rigorosos na identificação e entrega dos corpos para evitar sofrimentos adicionais às famílias enlutadas.
