O presidente da França, Emmanuel Macron, declarou a criação de uma missão internacional com o propósito de reabrir o Estreito de Ormuz, passagem vital por onde cerca de 20% do petróleo mundial é transportado.
Durante sua visita ao Chipre, Macron ressaltou que a operação será de natureza estritamente defensiva, afastando qualquer tipo de ação militar ofensiva. O estreito encontra-se bloqueado pelo Corpo dos Guardiões da Revolução Islâmica, do Irã, como retaliação aos recentes ataques envolvendo os Estados Unidos e Israel.
O líder francês destacou a responsabilidade de proteger tanto os cidadãos quanto as economias envolvidas, buscando evitar uma escalada de conflito na região do Oriente Médio. A atual tensão tem impactos diretos, incluindo preocupações europeias sobre a segurança regional.
Além disso, a França reforçou sua presença militar no Mediterrâneo, enviando porta-aviões e helicópteros para assegurar a defesa estratégica do Chipre, em conjunto com outros países europeus que também intensificaram suas medidas de segurança.
