O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) revelou nesta sexta-feira (29/8) que possui estratégias para o caso de não disputar a reeleição presidencial em 2026. De acordo com ele, “existem muitos nomes, dentro e fora do PT” que podem assumir a candidatura. No entanto, o líder petista preferiu não mencionar nomes antecipadamente.
Lula também garantiu que, se estiver em boas condições de saúde, será candidato e disputará para vencer, expressando confiança em sua capacidade de conquistar a vitória.
Ele declarou: “Tenho planos alternativos, ou seja, não faltam candidatos. Não posso citar nomes para evitar interpretações erradas, mas há várias opções dentro e fora do PT. O importante é reconhecer que as eleições serão desafiadoras e que não podemos perder”.
Na entrevista à Rádio Itatiaia, de Minas Gerais, Lula enfatizou que sua candidatura em 2026 será para ganhar, e que não se pode permitir o retorno de um governo fascista, que governou o país recentemente.
Força da oposição
Sobre os concorrentes na disputa eleitoral, Lula admitiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro exerce forte influência na extrema direita. “Bolsonaro tem um apoio forte nesse segmento. O Tarcísio depende totalmente dele e sabe disso”, disse o presidente.
Ele ressaltou que outros candidatos também devem surgir. Criticou o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmando que, se mantiver seu desempenho em programas como o Roda Viva, poderá enfrentar dificuldades.
“O Tarcísio deseja ser candidato, assim como o Caiado, o Zema e o Ratinho. Que todos participem, essa diversidade é positiva”, destacou Lula, sugerindo que a lista de candidatos deve crescer.