Lula destacou a necessidade de estabelecer regras claras para o uso da inteligência artificial, sugerindo que essa regulamentação seja feita por uma entidade global, como a Organização das Nações Unidas (ONU).
Segundo ele, a colaboração internacional é fundamental para garantir a segurança e a ética no desenvolvimento e aplicação das tecnologias de IA. A proposta visa evitar que o avanço tecnológico ocorra de forma desordenada, além de promover o compartilhamento de responsabilidades entre os países.
Para Lula, a criação de um órgão multilateral dedicado à supervisão da inteligência artificial pode contribuir para equilibrar interesses econômicos e sociais, protegendo os direitos humanos e estimulando o progresso tecnológico responsável.

