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terça-feira, 20/01/2026

Locais onde a técnica de enfermagem investigada pelo caso Anchieta trabalhou

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Em Brasília

Amanda Rodrigues de Sousa, técnica de enfermagem de 28 anos, está sendo investigada pela suspeita de envolvimento em homicídios na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Anchieta, em Taguatinga. Antes disso, Amanda trabalhou em várias unidades de saúde no Distrito Federal.

Formada em julho de 2019, Amanda iniciou seu trabalho no Hospital Santa Lúcia, em Brasília, no centro obstétrico, como técnica de enfermagem temporária para substituir uma licença-maternidade, com funções de administrar medicamentos e cuidar dos pacientes.

Entre dezembro de 2020 e setembro de 2022, ela trabalhou no Hospital Santa Marta no centro cirúrgico, sendo responsável pelo cuidado dos pacientes e aplicação de medicamentos.

No primeiro semestre de 2023, Amanda esteve no Hospital Sírio-Libanês, também no centro cirúrgico, com contrato temporário de sete meses.

De setembro de 2023 a junho de 2024, atuou no Hospital Brasília no setor de internação adulta, de forma terceirizada.

Em janeiro de 2025, Amanda assumiu a função de técnica de enfermagem em UTI adulto (cardiológica e neurológica) no Hospital Anchieta, mantendo vínculo ativo durante o período investigado. Paralelamente, desde maio de 2025, começou a trabalhar na UTI adulto do Hospital Mantevida, também como terceirizada.

Linha do Tempo

2019 – Hospital Santa Lúcia

Amanda Rodrigues iniciou sua carreira no Hospital Santa Lúcia, onde trabalhou entre agosto e dezembro de 2019 como técnica de enfermagem para cobrir licença-maternidade no centro obstétrico.

2020 a 2022 – Hospital Santa Marta

Durante esse período, atuou no centro cirúrgico do Hospital Santa Marta, dedicando-se à assistência direta aos pacientes e à administração de medicamentos.

2023 – Hospital Sírio-Libanês

No primeiro semestre de 2023, trabalhou temporariamente no centro cirúrgico do Hospital Sírio-Libanês.

2023 a 2024 – Hospital Brasília

Amanda trabalhou no setor de internação adulta, em regime terceirizado, no Hospital Brasília entre setembro de 2023 e junho de 2024.

2025 – Hospital Anchieta e Hospital Mantevida

Desde janeiro de 2025, trabalhou no Hospital Anchieta em UTI adulto cardiológica e neurológica, mantendo contrato ativo no período investigado. Desde maio de 2025, também atua na UTI adulto do Hospital Mantevida, como terceirizada.

Investigação

É importante esclarecer que a menção dos hospitais onde Amanda trabalhou não indica qualquer julgamento ou suspeita sobre essas instituições. As informações foram obtidas a partir de dados públicos do perfil profissional da técnica de enfermagem. As investigações conduzidas pela Polícia Civil do Distrito Federal estão em andamento.

Amanda Rodrigues nega sua participação nos crimes e afirma que desconhecia as ações atribuídas a um amigo próximo. Contudo, imagens das câmeras de segurança do hospital contestam sua versão.

O Caso

A Polícia Civil deflagrou a Operação Anúbis, resultando na prisão de três técnicos de enfermagem suspeitos de envolvimento nas mortes de pacientes na UTI do Hospital Anchieta, entre eles Amanda Rodrigues de Sousa, Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo e Marcela Camilly Alves da Silva.

As suspeitas surgiram após o Hospital Anchieta identificar possíveis irregularidades e comunicar as autoridades. Segundo as investigações, Marcos Vinícius seria o principal responsável pelos crimes, incluindo a aplicação de substâncias que causaram paradas cardíacas em vítimas durante novembro e dezembro de 2025.

Vítimas

Até o momento, foram identificadas três vítimas: Miranilde Pereira da Silva, professora aposentada de 75 anos; João Clemente Pereira, servidor público e supervisor de manutenção de 63 anos; e Marcos Raymundo Fernandes Moreira, carteiro de 33 anos.

As investigações continuam em andamento para esclarecer todos os detalhes do caso.

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