Kallas, representante da União Europeia, recusou a sugestão de criar um exército europeu unificado, em um contexto de conflitos dentro da Otan e divergências com o governo do presidente Trump. A decisão ocorre em meio a tensões internas significativas, refletindo as diferenças de opinião sobre a segurança coletiva e a cooperação militar entre os países europeus e os Estados Unidos.
A rejeição destaca a complexidade das relações transatlânticas e o desafio de equilibrar interesses nacionais com a necessidade de uma estratégia comum de defesa. Embora alguns defendam a formação de um exército único para fortalecer a autonomia europeia, Kallas enfatiza a importância de manter a colaboração dentro das estruturas existentes da Otan.
Essa posição ressalta a cautela da UE em avançar com mudanças estruturais profundas sem consenso e evidência clara de benefícios, especialmente num cenário global instável e repleto de incertezas políticas.
