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domingo, 15/02/2026

Justiça condena dois homens por matar jornalista no Paraná

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A Justiça do Paraná decidiu punir dois homens pela morte do jornalista Cristiano Freitas, de 46 anos, dentro de sua residência em Curitiba. O crime aconteceu em março do ano passado e a vítima foi encontrada com as mãos e boca amarradas.

A sentença foi confirmada no dia 9 de janeiro pelo tribunal local. Os processos sobre o caso estão sob segredo de justiça, mas foi informado que Alisson Henrique de Cristo Gonçalves foi condenado a 40 anos de prisão e Jhonatan Barros Cardoso a 37 anos e 9 meses.

Como o processo está confidencial, não foram divulgadas informações das defesas dos condenados.

Família acredita que condenação traz alívio

Márcio Freitas, irmão do jornalista, afirmou que a condenação traz um pouco de alívio e senso de justiça, ainda que acredite que as penas possam não ser cumpridas integralmente conforme as leis brasileiras. Ele espera que o crime não volte a acontecer e que os condenados não cometam novos delitos se retornarem à sociedade.

Detalhes do caso

Cristiano Freitas foi encontrado morto em sua casa no bairro Jardim das Américas, em Curitiba, com sinais de estrangulamento. Vizinhos acionaram a polícia após ouvir gritos vindo da residência.

Ele estava amarrado e com a boca coberta por fita adesiva. A investigação revelou que o crime teve motivação financeira. Jhonatan, que trabalhava como garoto de programa, teria marcado um encontro amoroso com o jornalista. Na casa, a vítima tentou reagir a uma extorsão e acabou agredida pela dupla, com auxílio de Alisson.

Não foram encontrados sinais de arrombamento na casa, mas vizinhos relataram que um carro cinza modelo HB20 chegou no local e deixou o portão aberto após sair.

Sobre o jornalista

Cristiano Freitas era formado em jornalismo pela PUC do Paraná e especialista em Cinema. Trabalhou como editor de suplementos para crianças e adolescentes no jornal Gazeta do Povo e atuou por sete anos na área de comunicação de grandes empresas.

Descrito como uma pessoa gentil e pacífica, ele levava uma vida tranquila, dedicada ao trabalho e sem inimizades, segundo seu irmão.

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