Nesta segunda-feira, 23 de fevereiro, a juíza substituta do Núcleo de Audiências de Custódia decidiu mudar a prisão em flagrante de Gustavo Cardoso Costa, acusado de matar o tio, para prisão preventiva.
Na audiência, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios apoiou a decisão e pediu a prisão preventiva, enquanto a defesa solicitou a liberdade provisória para o acusado.
A juíza explicou que a decisão visou evitar que ele cometa outros crimes e proteger a ordem pública. Ela ressaltou a importância de manter a confiança da sociedade no sistema judiciário e afirmou que a população não aceita crimes violentos que causam medo e insegurança. “Está claro o risco para a ordem pública”, declarou.
Ela também observou que ainda não há provas de legítima defesa, que serão investigadas durante o processo. Gustavo Cardoso Costa foi levado para a Unidade Básica de Saúde para uma avaliação médica.
O pedido para avaliar a saúde mental do acusado foi encaminhado para análise da 1ª Vara Criminal e do Tribunal do Júri de Santa Maria, que será responsável pelo julgamento do caso.

