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Juíza interdita parte da ala de onde três presos fugiram na Papuda

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Após fuga de três detentos constatou-se fragilidade da construção. Os detentos do bloco serão remanejados para outras celas

Sesip tem 120 dias para apresentar plano detalhado de obras para Vara de Execuções Penais
(foto: SSP/Divulgacão)

O bloco 1 da Ala A do Centro de Detenção Provisória do Complexo da Papuda (CDP) foi interditado por decisão da juíza da Vara de Execuções Penais do DF, Leila Cury. A medida constatou a fragilidade da construção, após a fuga de três detentos do Complexo Penitenciário da Papuda, na noite de segunda-feira (27/1), por um buraco na parede. A Subsecretaria do Sistema Penitenciário do Distrito Federal (Sesip) tem 120 dias para apresentar à Vara de Execuções Penais plano detalhado de obras.

A ala onde ocorreu a fuga fica em um dos complexos mais antigos do presídio. A estrutura de tijolo e cimento tem diversos remendos. O local recebe apenas presos com idades entre 40 e 60 anos, exatamente por se tratar de um espaço considerado vulnerável, de acordo com o subsecretário Adval Cardoso, da Sesipe. Na cela em que o buraco foi aberto dormiam 12 detentos, incluindo os fugitivos André Cândido Aparecido da Silva, 40, Carlos Augusto Mota de Oliveira, 43, e Roberto Barbosa dos Santos, 41.

“É necessária a retirada dos presos daquela ala para que a administração penitenciária providencie os devidos reparos e com a devida urgência, sobretudo para evitar a ocorrência de novas evasões”, afirma a juíza.

A magistrada autorizou o remanejo dos presos do bloco interditado, desde que sejam atendidas as características processuais e pessoais de cada um deles.

O bloqueio do prédio é autorizado pelo artigo 66 da Lei de Execução Penal. A ordem autoriza a interdição total ou parcial de estabelecimento penal que estiver funcionando em condições inadequadas ou com infringência os dispositivos da lei.

 

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Idosa morre de Covid-19 após deixar programa de hotelaria do governo do DF

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Joana D’arc Cavalcante tinha 69 anos e faleceu no sábado (8). Ela foi infectada pelo novo coronavírus dez dias após deixar hotel em Brasília, por conta do fim da iniciativa.

Joana D’arc, de 69 anos, morreu de Covid-19 no último sábado — Foto: TV Globo/Reprodução

A pandemia do novo coronavírus vitimou Joana D’arc Cavalcante, de 69 anos. A idosa foi diagnosticada com a Covid-19 dez dias depois de deixar o programa “Sua vida vale muito – Hotelaria Solidária”, do governo do Distrito Federal, e veio a óbito no sábado (8).

Joana ficou dois meses hospedada em um estabelecimento no Setor de Hotéis e Turismo Norte. No entanto, voltou para casa em 15 de julho, quando o programa foi encerrado. A iniciativa tinha como objetivo isolar idosos que moram em casas com alto risco de contágio pela doença (saiba mais abaixo).

Joana morava em uma casa com 13 pessoas e, por isso, ingressou no projeto em maio. Ela foi internada em 25 de julho, passou pelo Hospital Regional da Asa Norte (Hran) e, em 5 de agosto, foi para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Núcleo Bandeirante.

A idosa era hipertensa, diabética e já tinha sofrido dois Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs). O coronavírus afetou gravemente o pulmão de Joana, que perdeu 50% da capacidade respiratória.

A aposentada Mariza Fonseca Gomes a conheceu no programa e disse que a amiga tinha medo de se contaminar dentro de casa.

“Ela gostava de ficar fazendo as orações dela, o terço. Era uma pessoa assim, fora de série e tinha muito medo de pegar a doença quando saísse”, afirmou Mariza.

Programa de hotelaria

Idosos começam a chegar em hotéis de Brasília onde ficarão isolados durante pandemia — Foto: Brenda Ortiz/G1

Idosos começam a chegar em hotéis de Brasília onde ficarão isolados durante pandemia — Foto: Brenda Ortiz/G1

No dia 22 de abril, 300 idosos foram hospedados em hotéis no Distrito Federal por conta da pandemia do coronavírus. A iniciativa tinha como objetivo proteger pessoas de baixa renda e acima de 60 anos – consideradas do grupo de risco para a Covid-19.

Eles passaram três meses em isolamento e com assistência médica no local. Em 21 de julho, os idosos tiveram que voltar para casa. Segundo a Secretaria de Justiça do DF, o contrato para o programa foi encerrado.

Em nota, a pasta informou que o período de 90 dias foi usado para “trabalhar a saúde física, o psicológico, e o emocional do grupo atendido, de modo que pudessem viver essa nova realidade com segurança e conhecimento”.

“Todas as instruções e palestras guiaram os idosos para seguir à risca, após a saída do programa, os mesmos protocolos de segurança estabelecidos nesses dias”, diz trecho do comunicado. “Hoje, eles retornam para suas casas mais informados sobre a doença, cientes de quais instruções seguir para evitar o contágio e confiantes sobre seu papel na sociedade.”

73% das vítimas são idosos

Até esta quarta-feira (12), 1.214 idosos haviam morrido pela Covid-19 no Distrito Federal. Do total de 1.838 vítimas registradas até o início da tarde, 73% tinham mais de 60 anos.

A infectologista Eliana Bicudo explica que as pessoas acima de 65 anos têm um sistema imune enfraquecido. “Os vasos arteriais envelhecem, nossos ossos envelhecem e o sistema imunológico, aquele sistema que produz anticorpos, também envelhece”.

“Ao envelhecer, ele fica mais lento para responder. Então com isso, enquanto você jovem frente a um vírus responde rapidamente, ou seja, aquele anticorpo rapidamente chega lá para grudar no vírus e tentar destruir, no indivíduo idoso a reposta é lenta”, afirma Eliana.

A infectologista afirma ainda que é importante o uso de máscara, mesmo dentro de casa, se o idoso estiver compartilhando o mesmo ambiente com outras pessoas. Segundo ela, também é recomendável deixar as janelas abertas para melhorar a circulação de ar no local.

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Naja que picou estudante de veterinária no DF é transferida para Instituto Butantan, em São Paulo

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A cobra da espécie naja que picou o estudante de medicina veterinária Pedro Henrique Krambeck Lehmkuhl, de 22 anos, foi transferida nesta terça-feira (11) para o Instituto Butantan, em São Paulo. A informação foi confirmada pelo Zoológico de Brasília, onde ela estava desde que foi apreendida, em 11 de julho.

Segundo o Zoológico, além da naja, outras seis cobras exóticas apreendidas na capital também foram encaminhadas ao instituto. Entre elas, estão a víbora-verde-de-voguel e cinco serpentes da espécie corn snake ou cobra do milho.

De acordo com o Butantan, a previsão é que as serpentes cheguem ao local nesta quarta-feira (12). Na última terça (4), o Zoológico de Brasília informou que não pretendia ficar com os animais, porque a fundação prioriza espécies da fauna local e bichos contemplados por programas de conservação nacionais e internacionais.

Os animais vão ser transportados de avião, em caixas lacradas, forradas com papel e com furos para entrada de ar. O voo está previsto para decolar do Aeroporto de Brasília às 18h45, em direção a Guarulhos.

Segundo o diretor de répteis do zoológico, Carlos Eduardo Nóbrega, os recipientes são seguros para o transporte das cobras.”Essa caixa tem um duplo sistema de segurança, composto de uma trinca, onde vai ser colocado um cadeado, e também um sistema de parafusos. Esse sistema bloqueia qualquer possível abertura da caixa.”

Caso naja

Pedro Henrique Santos Krambeck Lehmkul, de 22 anos, foi picada por uma cobra da espécie Naja, no DF — Foto: Arquivo pessoal

Pedro Henrique Santos Krambeck Lehmkul, de 22 anos, foi picada por uma cobra da espécie Naja, no DF — Foto: Arquivo pessoal

O estudante Pedro Henrique Krambeck foi picado pela naja no dia 7 de julho. A cobra é considerada uma das mais venenosas do mundo e não havia soro antiofídico da espécie no Distrito Federal.

Os médicos e a família do estudante precisaram pedir o antídoto para o Instituto Butantan – único local que tinha o soro no país, para pesquisa. Pedro ficou seis dias internado em um hospital particular no Gama, sendo cinco em uma Unidade de Terapia Intensiva.

De acordo com a Polícia Civil do DF, o jovem criava a cobra em casa ilegalmente e tinha, pelo menos, 18 serpentes. Ele foi preso em 29 de julho, por suspeita de tentar atrapalhar as investigações. Dois dias depois, no entanto, foi solto após conseguir um habeas corpus.

Um amigo de Pedro também chegou a ficar dez dias preso, suspeito de obstrução das investigações. Em depoimento, a mãe e o padrasto do estudante disseram que sabiam da criação ilegal dos animais.

Estudante de veterinária Pedro Henrique Krambeck é levado à delegacia para depoimento, no DF — Foto: Afonso Ferreira/G1

Estudante de veterinária Pedro Henrique Krambeck é levado à delegacia para depoimento, no DF — Foto: Afonso Ferreira/G1

Estudante de veterinária Pedro Henrique Krambeck é levado à delegacia para depoimento, no DF — Foto: Afonso Ferreira/G1

Após o incidente com a naja, a polícia intensificou as investigações sobre a criação ilegal de espécies exóticas na capital. Segundo a corporação, o caso revelou um esquema de tráfico de animais com prováveis ramificações internacionais.

A Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente (Dema) afirma que os animais têm origem da Ásia e da África e entram no Brasil clandestinamente, por portos e aeroportos. Segundo os policiais, eles costumam ser trazidos ainda filhotes, o que facilita a ocultação das espécies. Depois, se reproduzem no país.

No mês passado, o Ibama afastou um servidor do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) suspeito de envolvimento no caso. De acordo com o instituto, foi instaurado um processo administrativo disciplinar interno para investigar a suposta participação.

No dia 23 de julho, a Justiça Federal de Brasília mandou o instituto afastar uma servidora, suspeita de envolvimento no esquema. De acordo com a investigação, Adriana da Silva Mascarenhas expediu uma licença de “coleta, captura e transporte” de serpentes que não pertencem à fauna brasileira.

Na última quarta-feira (5), a Polícia Militar do DF informou que afastou o comandante do Batalhão Ambiental, Joaquim Elias Costa Paulino, e o capitão Cristiano Dosualdo Rocha, que também pertence ao batalhão. Segundo a PM, eles são suspeitos de atrapalhar as investigações sobre tráfico de animais.

Víbora-verde-de-vogel

Víbora-verde-de-vogel no Zoológico de Brasília — Foto: Ivan Mattos/Zoológico de Brasília

Víbora-verde-de-vogel no Zoológico de Brasília — Foto: Ivan Mattos/Zoológico de Brasília

Ao contrário da naja, a víbora-verde-de-voguel foi entregue ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) por uma pessoa que a criava de forma irregular. Como o animal foi disponibilizado voluntariamente, o responsável não foi punido.A serpente é originária da Ásia e também tem um veneno poderoso. Já que não há antídoto disponível no Brasil, ela era mantida na caixa para evitar que atacasse algum dos servidores do Zoológico de Brasília.

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Peruano é preso em flagrante por tráfico de drogas em apartamento no DF

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Homem foi detido na QE 40 do Guará. Estrangeiro estava em liberdade provisória e tem passagens pela polícia por furto.

Polícia Civil prende peruano apontado como um dos maiores traficantes de maconha no DF — Foto: PCDF/Divulgação

 

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu, na noite desta segunda-feira (10), um peruano de 34 anos suspeito de tráfico de drogas. O estrangeiro foi detido em flagrante, na QE 40 do Guará II, no momento em que vendia uma porção de maconha a um usuário.

A prisão ocorreu durante a operação Pablo, deflagrada pela 4ª Delegacia de Polícia (Guará). O homem possui quatro denúncias anônimas contra ele, segundo a corporação, e é apontado pela polícia como “um dos maiores traficantes de maconha comercial do Guará”.

O suspeito estava em liberdade provisória e tem passagens pela delegacia por tráfico de drogas e furto. A identidade dele não foi divulgada.

Durante as buscas feitas no imóvel, os agentes encontraram outras porções de maconha já embaladas para a venda, além de R$ 3,8 mil reais em espécie, uma balança de precisão, quatro celulares e uma faca, que supostamente era usada para fracionar as porções da droga.

Fachada da 4ª Delegacia de Polícia, no Guará II — Foto: Marília Marques/G1

Fachada da 4ª Delegacia de Polícia, no Guará II — Foto: Marília Marques/G1

O nome da operação faz referência à música Faroeste Caboclo, da banda Legião Urbana. A letra fala de um peruano, traficante de drogas, que vivia na Bolívia e trazia drogas de lá, para serem vendidas na capital.

Se condenado, o estrangeiro pode pegar uma pena de até 15 anos de reclusão.

Operação Sibéria

Também na segunda-feira (10), a Seção de Repressão às Drogas (SRD), da 15ª Delegacia de Polícia, deflagou um desdobramento da operação Sibéria, na QNN 03, em Ceilândia Norte. Uma mulher de 27 anos foi presa em flagrante por tráfico de drogas.

Na residência dela foram encontradas “grandes quantidades” de cocaína dentro de uma bolsa, dois tabletes da droga, duas pedras de crack, uma porção de maconha e R$ 135 da venda de entorpecentes, segundo a Polícia Civil.

A mulher foi encaminhada ao Presídio Feminino, onde ficará à disposição da Justiça.

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Apreensão de 160 quilos de maconha resulta em um suspeito preso e outro morto

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Ação da Rádio Patrulha aconteceu em Aracaju e um PM também foi atingido.

Drogas apreendidas com suspeitos no Bairro Lamarão, em Aracaju — Foto: PMSE

A Polícia Militar, através do Batalhão de Rádio Patrulha, apreendeu 160 quilos de maconha, arma de fogo e uma balança de precisão no Bairro Lamarão, Zona Norte de Aracaju. Na ação ocorrida na manhã desta terça-feira (11), um suspeito foi preso e na troca de tiros outro acabou morrendo.

De acordo com a PM, o carregamento da droga (disfarçado em sacolas plásticas) estava sendo colocado na mala de um veículo. Ao se aproximar da dupla, a PM deu ordem de parada quando um deles foi preso e o outro tentou fugir, sacando uma arma de fogo e atirando contra os policiais.

Durante o confronto, o suspeito atingiu um dos militares, que teve o braço ferido e, em seguida, o suspeito foi alvejado. Ele foi levado ao Hospital de Urgência para receber os primeiros socorros, mas não resistiu aos ferimentos. A PM não informou o estado de saúde do policial.

O material apreendido e o suspeito foram levados ao Departamento de Narcótico.

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Polícia localiza caminhonete furtada com 1,2 tonelada de maconha e prende motorista em MS

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A PRF descobriu que o veículo possuía placas falsas e havia sido furtado no mês de julho em Campo Grande.

Caminhonete apreendida com maconha em MS — Foto: PRF

A Polícia Rodoviária Federal apreendeu 1.243 Kg de maconha na manhã desta segunda-feira (10), em Guia Lopes da Laguna, a 233 km de Campo Grande.

A apreensão ocorreu durante uma blitz. A polícia deu ordem de parada para o motorista de uma caminhonete. Ele não respeitou e fugiu em alta velocidade. Houve perseguição.

O homem abandonou o veículo e entrou em meio a um matagal, mas foi localizado e preso em flagrante. Além da droga, foi encontrado um rádio comunicador na caminhonete.

O agentes descobriram que o veículo possuía placas falsas e havia sido furtado no mês de julho em Campo Grande.

O homem informou à polícia que carregava a maconha de Bela Vista (MS) com destino à Campo Grande. Ele foi encaminhado até a Polícia Civil de Guia Lopes da Laguna (MS), onde prestou depoimento.

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Irmão é morto pelo cunhado ao tentar defender irmã de agressões durante almoço em família em MT

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Suspeito ficou ciúmes da mulher que estava dançando com o irmão durante a confraternização de Dia dos Pais.

Morilio de Lima morreu na frente da casa da família — Foto: Cáceres Notícias/Reprodução

Um homem de 40 anos morreu ao ser esfaqueado pelo cunhado quando tentava defender a irmã de agressões no Bairro Luz do Sol, em Cáceres, a 220 km de Cuiabá, nesse domingo (9).

Morilio de Lima levou golpes de faca na região do pescoço e abdômen.

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito estava com a mulher, de 28 anos, em um almoço de família em comemoração ao Dia dos Pais.

Durante a confraternização, o homem teria ficado com ciúmes da mulher por estar dançando com o irmão dela e disse que iria embora.

No entanto, segundo relatos da mulher à polícia, o marido dela voltou na casa e a chamou. Em seguida, ele começou a deferir golpes de faca nela.

Para tentar defender a irmã, Morilio interferiu na briga e também esfaqueado e morreu antes do socorro chegar.

A mulher ficou com ferimentos e foi encaminhada para o Hospital de Cáceres. Já o suspeito fugiu logo após o crime.

A Polícia Civil informou que está investigando o caso.

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sexta-feira, 14 de agosto de 2020

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