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Juíza interdita parte da ala de onde três presos fugiram na Papuda

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Após fuga de três detentos constatou-se fragilidade da construção. Os detentos do bloco serão remanejados para outras celas

Sesip tem 120 dias para apresentar plano detalhado de obras para Vara de Execuções Penais
(foto: SSP/Divulgacão)

O bloco 1 da Ala A do Centro de Detenção Provisória do Complexo da Papuda (CDP) foi interditado por decisão da juíza da Vara de Execuções Penais do DF, Leila Cury. A medida constatou a fragilidade da construção, após a fuga de três detentos do Complexo Penitenciário da Papuda, na noite de segunda-feira (27/1), por um buraco na parede. A Subsecretaria do Sistema Penitenciário do Distrito Federal (Sesip) tem 120 dias para apresentar à Vara de Execuções Penais plano detalhado de obras.

A ala onde ocorreu a fuga fica em um dos complexos mais antigos do presídio. A estrutura de tijolo e cimento tem diversos remendos. O local recebe apenas presos com idades entre 40 e 60 anos, exatamente por se tratar de um espaço considerado vulnerável, de acordo com o subsecretário Adval Cardoso, da Sesipe. Na cela em que o buraco foi aberto dormiam 12 detentos, incluindo os fugitivos André Cândido Aparecido da Silva, 40, Carlos Augusto Mota de Oliveira, 43, e Roberto Barbosa dos Santos, 41.

“É necessária a retirada dos presos daquela ala para que a administração penitenciária providencie os devidos reparos e com a devida urgência, sobretudo para evitar a ocorrência de novas evasões”, afirma a juíza.

A magistrada autorizou o remanejo dos presos do bloco interditado, desde que sejam atendidas as características processuais e pessoais de cada um deles.

O bloqueio do prédio é autorizado pelo artigo 66 da Lei de Execução Penal. A ordem autoriza a interdição total ou parcial de estabelecimento penal que estiver funcionando em condições inadequadas ou com infringência os dispositivos da lei.

 

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Ladrões furtam moto aquática em casa no DF e pedem R$ 6 mil por resgate

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Vítima se recusou a pagar quantia por jet ski e registrou ocorrência na delegacia. Polícia procura por suspeitos.

Ladrões roubam moto aquática em casa no DF e pedem R$ 6 mil por resgate — Foto: Arquivo pessoal

Ladrões invadiram uma casa no Distrito Federal e furtaram equipamentos eletrônicos e uma moto aquática que estava estacionada na garagem (veja foto acima). O roubo foi nesta quinta-feira (27), no Sol Nascente. Ninguém foi preso.

Segundo a Polícia Civil, o dono do veículo registrou uma ocorrência na delegacia depois que os suspeitos entraram em contato com ele e exigiram R$ 6 mil pelo resgate do jet ski. A vítima se recusou a pagar.

O morador contou aos policiais que os criminosos arrombaram a porta da casa, por volta das 9h, e reviraram todos os cômodos.

Segundo testemunhas, três homens fugiram em um carro vermelho levando, além do jet ski, duas televisões, videogames, capacetes e uma bicicleta.

Quarto ficou revirado após furto de aparelhos e jet ski em casa no DF — Foto: Arquivo pessoal

Quarto ficou revirado após furto de aparelhos e jet ski em casa no DF — Foto: Arquivo pessoal

No local havia câmeras de segurança, mas nem os equipamentos permaneceram no lugar. Segundo a ocorrência, os aparelhos de vigilância foram arrancados junto com o computador onde ficavam armazenadas as filmagens.

O caso é investigado pela 23ª Delegacia de Polícia (Ceilândia) como furto em residência e furto de veículo.

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Sobe para seis o número de casos suspeitos do novo coronavírus no DF

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De acordo com a Secretaria de Saúde, duas novas suspeitas foram registradas nesta sexta-feira, mas uma delas já foi descartada

Dobra a procura por álcool em gel e máscaras em farmácias .

Outros dois casos suspeitos de coronavírus foram notificados pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SESDF), nesta sexta-feira (28/2). De acordo com a pasta, no final da tarde um deles foi descartado por não atender a definição do caso. Com isso, a capital têm, até o momento, seis pessoas sendo monitoradas sob a suspeita de infecção pelo vírus. Um caso também é investigado em Formosa (GO).

De acordo com a secretaria, a notificação do novo quadro já foi encaminhada ao Ministério da Saúde. Tanto o DF quanto o Entorno ainda não possuem casos comprovados da doença.
Três dos seis casos suspeitos no DF estiveram na Itália nos últimos dias. Um está em observação domiciliar, um internado em unidade da rede privada e outro no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), local considerado referência para esse tipo de atendimento. Uma ala do sétimo andar foi preparada para receber casos suspeitos.
Mesmo os possíveis casos dos hospitais particulares são acompanhados pela pasta do Governo do Distrito Federal (GDF), que envia informações para o Ministério da Saúde. A intenção da SESDF é realizar boletins diários sobre a doença para informar a população.

O próximo balanço do ministério sobre o avanço da doença só deve ser divulgado na segunda-feira (2/3). Segundo o órgão, os dados serão compilados para que a informação divulgada seja mais confiável.

Ministério da Saúde

Nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde, um pouco mais cedo, nesta sexta-feira, o Distrito Federal continua com cinco casos suspeitos de novo coronavírus, pois não houve tempo ainda de o governo federal atualizar seus dados.
O próximo balanço do ministério sobre o avanço da doença só deve ser divulgado na segunda-feira (2/3). Segundo o órgão, os dados serão compilados para que a informação divulgada seja mais confiável.
“As secretarias estaduais de saúde ficarão responsáveis pelas análises dos próprios casos. Precisamos de um tempo para consolidar, validar, checar e garantir que a informação está precisa, completa e objetiva”, explicou o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira. Com isso, pode ser esperado um grande aumento nos números, especialmente dos casos considerados suspeitos.

Em todo o país, são 182 casos em investigação, sendo que 71 suspeitas já foram descartadas. O único paciente confirmado com infecção pelo Covid-19 no país é o paciente diagnosticado na última terça-feira. Trata-se de um morador de São Paulo de 61 anos que chegou recentemente de uma viagem à Itália.
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Após morte de ex-diretor, CEF 410 Norte inicia aulas com pais apreensivos

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Laudo da Polícia Civil indica que o professor Odailton Charles de Albuquerque Silva, 50 anos, possa ter sido envenenado na escola

Preocupados, dezenas de pais acompanharam os filhos no volta às aulas e permaneceram em frente à unidade até ter um pronunciamento
(foto: Walder Galvao/CB/D.A Press)

Centenas de alunos do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 410 da Asa Norte voltaram às aulas na manhã desta segunda-feira (10/2). O ex-diretor da unidade de ensino Odailton Charles de Albuquerque Silva, 50 anos, morreu após ter sido envenenado. A Polícia Civil investiga se o crime aconteceu dentro da escola e se foi cometido por um colega de trabalho da vítima.

O clima na unidade de ensino é de apreensão. Preocupados, dezenas de pais acompanharam os filhos no volta às aulas e permaneceram em frente à unidade até ter um pronunciamento. Às aulas estavam marcadas para começar às 7h30 e às 7h45 um funcionário da escola anunciou que os responsáveis poderiam entrar junto com os filhos.

Por volta das 8h, os pais começaram a deixar a unidade e as aulas tiveram início. Um dos pais, que preferiu não identificar, reclamou que faltam informações. “Não sabemos se a escola passou por alguma vistoria. Até agora, não tivemos nenhuma reunião para tratar do assunto. A verdadeira preocupação precisa ser com as crianças”, afirmou.

 

 

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