Pular para o conteúdo
Dólar R$ 5,08 ▼ 0,57% Euro R$ 5,87 ▼ 0,00% Libra R$ 6,84 ▼ 0,18% Bitcoin R$ 333.134 ▲ 0,34%
Publicidade
Mundo

Josep Borrell propõe encaminhar reservas congeladas da Rússia para reconstrução da Ucrânia

© AFP 2022

O chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, disse ao jornal britânico Financial Times que a UE deve considerar o confisco dos ativos congelados russos em moeda estrangeira a fim de pagar parcialmente pela restauração da Ucrânia após o fim da operação especial.

© AFP 2022
Borrell relembrou que os Estados Unidos detiveram ativos avaliados em bilhões de dólares pertencentes ao Banco Central do Afeganistão para ajudar os afegãos. Nesse contesto, pondera o alto representante, seria lógico considerar medidas idênticas com as reservas russas.

“Seria muito a favor porque é cheio de lógica. Temos dinheiro nos bolsos, e alguém deve me explicar por que é bom para o dinheiro afegão e mau para o dinheiro russo”, ponderou Borrell.

Ele acrescentou ainda que a questão de como pagar pela reconstrução da Ucrânia é um dos pontos centrais, visto que “uma quantia tremenda de dinheiro” vai ser envolvida.
Em 24 de fevereiro de 2022, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou o início de uma operação especial militar para “desmilitarização e desnazificação da Ucrânia”. Segundo o mandatário, planeja-se responsabilizar todos os criminosos de guerra que cometeram “crimes sangrentos contra civis” de Donbass.
Conforme declara o Ministério da Defesa russo, as Forças Armadas do país atacam exclusivamente alvos de infraestrutura militar e tropas ucranianas. Até 25 de março, a Rússia cumpriu as tarefas gerais da primeira etapa da operação: reduzir significativamente o potencial militar da Ucrânia. A meta principal é a libertação de Donbass, segundo a Defesa russa.
Boletim Imprensa Pública

Comece o dia bem informado

O essencial do DF, do Entorno e do Brasil, de graça, no seu e-mail.