O Ministério das Relações Exteriores de Israel comunicou neste sábado (26/7) que implementará uma pausa humanitária para que residentes de Gaza possam receber suprimentos na manhã do domingo (27/7). Em uma mensagem na rede X, o ministério criticou a ONU, responsabilizando-a pela crise alimentar que afeta a região.
Crise Alimentar em Gaza
Relatos sobre a escassez de alimentos em Gaza têm aumentado recentemente, gerando pressão global para a liberação de assistência humanitária na área.
O Ministério da Saúde da Palestina informa que 111 palestinos sucumbiram à fome desde o começo do conflito em Gaza, em outubro de 2023.
A desnutrição na Faixa de Gaza atingiu níveis preocupantes. A Agência das Nações Unidas (ONU) destaca que o ingresso de ajuda humanitária no território permanece severamente restrito.
Nesta manhã, Israel aplicará uma “pausa humanitária” em centros civis e corredores humanitários para possibilitar a distribuição de suprimentos. Israel tem continuado a facilitar a entrada de caminhões de ajuda na Faixa de Gaza.
Na declaração, o ministério informou que abrirá corredores humanitários para viabilizar a entrega dos suprimentos. Até a data de sábado (26/7), os alimentos vinham sendo lançados por via aérea.
A nota do ministério também exige que a ONU distribua a assistência aos palestinos de forma imediata, sem atrasos ou justificativas. O órgão oficial desmente as imagens que mostram crianças desnutridas, alegando que tais crianças, na verdade, sofrem de enfermidades terminais.