O exército de Israel iniciou uma nova fase no conflito, intensificando seus ataques contra o Irã e o Líbano. Esta etapa inclui ataques em larga escala direcionados à infraestrutura do regime iraniano, conforme anunciado pelas autoridades militares israelenses.
Na madrugada, explosões atingiram a periferia sul de Beirute, capital do Líbano, locais próximos às áreas controladas pelo grupo Hezbollah. Eyal Zamir, chefe do Estado-Maior das forças israelenses, declarou que o conflito entrou em uma fase diferente, focando em desmantelar capacidades militares e instalações estratégicas do adversário.
Relatos de múltiplas explosões em bairros de Teerã, capital do Irã, foram confirmados, com danos principalmente em bases militares e edifícios governamentais. As autoridades iranianas relataram dezenas de vítimas nos ataques recentes, incluindo mortes em Chiraz, cidade ao sul do país.
A guarda revolucionária do Irã continua a responder, com lançamentos de mísseis contra alvos israelenses, incluindo a cidade de Tel Aviv. No Líbano, houve ainda incremento de ataques e bombardeios intensos, com vítimas e destruição em Beirute e vilarejos próximos.
As tensões seguem elevadas, e as forças israelenses avançam para ampliar sua zona de controle na fronteira com o Líbano, enquanto grupos aliancistas anunciam contra-ataques contínuos. A situação permanece crítica para milhões de civis que vivem em áreas afetadas pelos combates.
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos na época, comentou sobre a situação, destacando que considera desnecessário o envio de tropas americanas ao Irã neste momento e reafirmando o desejo de desmantelar o regime iraniano.
Esta nova etapa do conflito traz grande preocupação internacional, visto o potencial de escalada regional dada a complexidade dos atores envolvidos e a intensidade dos ataques recentes.
