Ao longo da história, os Estados Unidos realizaram diversas intervenções significativas na América Latina, influenciando a política, economia e sociedade da região. Essas ações tiveram impactos variados, tanto positivos quanto negativos, e moldaram as relações internacionais entre os países envolvidos.
Uma das estratégias mais comuns utilizadas pelos EUA foi o apoio a governos aliados, muitas vezes através de intervenções militares ou econômicas, com o objetivo de conter o avanço de ideologias contrárias aos seus interesses, como o comunismo durante a Guerra Fria.
John F. Kennedy e outros líderes americanos implementaram políticas como a doutrina da América Latina como zona de influência, justificando intervenções para manter a estabilidade regional de acordo com seus interesses estratégicos.
Entre as intervenções notáveis, estão as ações em países como Cuba, Chile, Nicarágua e Guatemala, onde os EUA tiveram participação direta ou indireta na mudança de regimes ou apoio a golpes de estado.
Apesar das controvérsias, essas intervenções refletem o papel dos Estados Unidos como uma potência influente na América Latina, cujas decisões continuam a impactar as dinâmicas regionais até os dias atuais.

