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quarta-feira, 28/01/2026

Indiano simula própria morte para saber quem se importa

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Mohan Lal, um suboficial aposentado da Força Aérea Indiana, armou uma encenação ao promover seu próprio funeral para descobrir quem realmente se importava o suficiente para participar da cerimônia em sua homenagem. O idoso de 74 anos organizou o evento em sua aldeia de Konchi, situada em Gaya, onde ajudara na construção de um crematório.

Os moradores acreditaram que o funeral era legítimo e se reuniram em grande número, dando início à procissão com todos os rituais tradicionais indianos. Os habitantes locais carregaram o “Arthi”, uma maca usada para transportar o corpo, dirigida ao local de cremação de Mohan.

Durante a caminhada, os familiares e conhecidos cantavam “Ram Naam Satya Hai (O nome do Deus Rama é a verdade)”, conforme o costume dos funerais hindus, acreditando estar conduzindo um falecido.

Porém, ao chegarem ao local da cremação, Mohan Lal surpreendeu a todos ao sentar-se de repente, revelando que estava vivo e que tudo fazia parte de uma encenação.

Ele explicou: “Queria saber quem realmente se importava comigo”. Mesmo após a aposentadoria, Mohan desejava continuar servindo sua aldeia e comunidade. Ver os moradores acompanhando sua jornada final tocou profundamente seu coração.

Ao sair do caixão, Mohan simbolicamente queimou seu próprio “Arthi” ao som da canção “Chal ud ja re panchhi, ab desh hua begaana”, acrescentando uma dramaticidade especial ao evento.

Após o fogo consumir o “Arthi”, as cinzas foram lançadas em um rio próximo. Para celebrar e agradecer a presença dos aldeões, Mohan Lal ofereceu uma confraternização comunitária, fortalecendo os laços entre ele e os moradores.

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