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Homem é preso suspeito de matar sobrinho de ex-companheira por vingança, no DF

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Um homem, de 36 anos, foi preso suspeito de matar o sobrinho da ex-companheira para se vingar pelo término do relacionamento. Segundo a polícia, um dia antes do crime, ele chegou a ir armado com um revólver até a casa da mãe da ex-mulher para tentar levá-la de volta para casa, mas ela não estava.

Por vingança, o sobrinho da mulher, de 19 anos, foi assassinado no dia 18 de janeiro, no Setor Norte da Estrutural. A prisão do suspeito ocorreu na última quinta-feira (25) em Águas Lindas de Goiás.

O caso foi investigado pela 8ª DP (SIA/Estrutural). O delegado chefe da unidade, Rodrigo Bonach, contou que a família da ex-companheira do suspeito percebeu as agressões e passou a protegê-la.

“Ela vivia um relacionamento abusivo e era ameaçada. Os familiares queriam poupá-la do contato dele com ela”, diz o delegado.

Segundo a polícia, depois que o agressor foi até a casa da mãe da ex-companheira, o sobrinho, de 19 anos, e o irmão dela, de 32, o seguiram. Em momento de descuido, eles pegaram a arma do suspeito e tiraram as munições.

Em seguida, houve uma discussão entre os três, “e chegaram a trocar empurrões”, diz a investigação. Ainda de acordo com os policiais, na manhã seguinte, o homem voltou a procurar a ex-mulher na casa dela e, como não a encontrou, invadiu o local e atirou contra o sobrinho, que conseguiu fugir pelo telhado.

O homem estava acompanhado de outros dois adolescentes. As testemunhas disseram que eles foram até a casa da ex-sogra, onde atiraram contra o irmão da ex-companheira do homem, mas os tiros acertaram o portão.

“Assim que deixou o local, o acusado encontrou o sobrinho que havia fugido pelo telhado e atirou várias vezes. O rapaz morreu no local”, disseram os policiais.

O agressor já tinha passagem por porte ilegal de arma de fogo e também pela Lei Maria da Penha, por violência contra uma outra mulher. Agora, ele vai responder pelo crime de homicídio, com pena que pode chegar a 30 anos de prisão.

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Mãe é indiciada por homicídio após deixar filho morrer desnutrido

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A mulher de 20 anos foi indiciada por homicídio culposo. A investigação policial concluiu que ela foi a culpada pela morte do bebê

(crédito: Reprodução)

Uma jovem, de 20 anos, foi indiciada pela Polícia Civil (PC) por homicídio culposo – quando não há intenção de matar – pela morte do filho, um bebê de cinco meses. O inquérito que investigava o caso foi concluído, nesta quarta-feira (18/5), e apontou que a criança morreu por desnutrição. O caso aconteceu em julho do ano passado em Pitangui, no Centro-Oeste do estado.

O bebê morreu dois meses após a denúncia ser registrada na Polícia Civil. Na época, a mãe já havia perdido provisoriamente a guarda do filho, que estava sob os cuidados em um abrigo.

O bebê foi levado a entidade já com quadro grave de desnutrição pelo Conselho Tutelar, que chegou a ser acionado, segundo a Polícia Civil.

“Durante o período em que esteve no abrigo institucional, a criança foi submetida a tratamento médico. Todavia, menos de dois meses depois, veio a óbito”, relatou a PC em nota.

A polícia instaurou inquérito para apurar o caso. No decorrer das investigações, foi requisitado a necropsia da vítima, bem como documentos à instituição que a abrigou e aos hospitais em que o bebê foi atendido. Testemunhas também prestaram depoimentos.

“De posse dos elementos produzidos ao longo da investigação criminal, a Polícia Civil verificou a existência de indícios de que a morte da criança fora causada por negligência da mãe, que por não alimentar devidamente o filho, causou-lhe grave desnutrição o que culminou em sua morte”, relatou a polícia.

O inquérito será remetido à Justiça, e a mãe, que tem outro filho, de três anos, que está sob a guarda dos avós paternos, continua em liberdade.

*Amanda Quintiliano especial para o EM

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PRF faz leilão de 833 veículos; veja como participar

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) promove um leilão online de veículos e sucatas, nos dias 25 e 26 de maio, respectivamente, a partir das 8h30. Segundo a PRF, serão colocados à venda 833 automóveis e motocicletas.

O cadastro para participar do pregão deve ser feito, pela internet, até 48 horas de antes do início das vendas. Os interessados podem dar pré-lances, também pelo site, até minutos antes da abertura do pregão.

Entre os veículos, há motocicletas com lance inicial a partir de R$ 500 e carros a partir de R$ 800. Alguns destaques, são uma BMW 120I 2015, com lances a partir de R$ 6 mil; um Toyota Corolla a partir de R$ 3 mil; um Golf a partir de R$ 2 mil e um caminhão Volvo a partir de R$ 20 mil.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, os veículos conservados podem ser recuperados e recebem a documentação para regularizar a situação, podendo voltar a circular. Já as sucatas devem ser, exclusivamente, destinadas ao reaproveitamento de peças, componentes e partes metálicas.

Quem pode participar?

Qualquer pessoa, física e jurídica, pode participar do leilão, com exceção das sucatas, cuja venda é exclusiva para pessoas jurídicas inscritas no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas(CNPJ), e que exerçam atividades do ramo de desmonte ou destruição de veículos.

Visita aos veículos

Os interessados, podem visitar os locais onde os veículos estão guardados, na segunda-feira (23) e na terça (24), das 9h às 12hs e das 13h às 16h. Veja os endereços, no Distrito Federal e no Entorno:

  • Pátio PRF de Simolândia: Rodovia BR 020, KM 183, Simolândia/GO
  • Pátio PRF de Planaltina: Rodovia BR 020, km 37, Planaltina/DF
  • Pátio PRF de Ceilândia: Rodovia BR070, KM 17, Ceilândia/DF
  • Pátio PRF Recanto das Emas: Rodovia BR 060, KM 13, Recanto das Emas/DF
  • Pátio PRF de Cristalina: Rodovia BR 040, KM 87, Cristalina/GO
  • Pátio PRF de Santa Maria (Pátio Alfa – Área Reservada): Rodovia BR 040, KM 0, Santa Maria/DF
  • Pátio JDN de Simolândia: Rodovia Br 020, KM 187, Margem Direita, Simolândia/GO
  • Pátio JDN de Formosa: rua Sargento Damy De Souza Geracy, Quadra 13, Lote 01: Parque Laguna II – Formosa/GO
  • Pátio MTY de Cristalina: Loteamento Morada S/N, quadra 11, Lote 4-5-6, Bairro Morada Nobre Cristalina/GO (às margens da Rodovia BR 040/GO, km 88)
  • Pátio MTY de Valparaíso de Goiás: rua Tupinambás, quadra 16 (antiga garagem da Viação Anapolina) – Valparaíso de Goiás/GO
  • Pátio TRANGUARD: Setor de Indústria QI 22 Lote 33/35 s/n – Setor Industrial de Ceilândia/DF
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Operação mira grupo suspeito de movimentar R$ 2,6 milhões com fraude em banco no DF; há 21 mandados de prisão

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Uma operação conjunta da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), da Polícia Federal, e do Ministério Público do DF (MPDFT), deflagrada na manhã desta quinta-feira (19), mira um grupo suspeito de fraudes bancárias que movimentaram R$ 2,6 milhões.

Os agentes começaram a cumprir 29 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão temporária. De acordo com as investigações, a fraude ocorria por meio do aplicativo para celulares de uma instituição financeira.

Durante determinado período, a plataforma tinha um erro que permitia que o cancelamento de uma transferência por PIX retornasse ao cliente com crédito de valor idêntico, para a mesma conta usada na operação.

Por isso, segundo os investigadores, os suspeitos agendavam PIX já com a intenção de cancelar, e receber o valor do banco. Após a fraude, a Polícia Civil afirma que o dinheiro era transferido para outras contas ou utilizado para o pagamento de boletos e compras diversas.

A operação desta quinta-feira foi batizada de “Payback” — retorno, em português —, que faz referência ao cálculo feito para que o investimento inicial seja recuperado.

De acordo com a Polícia Civil, os suspeitos podem responder por furto mediante fraude eletrônica, com pena de 4 a 8 anos de prisão, e por associação criminosa, que prevê de 1 a 3 anos de reclusão.

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Mineração na Serra do Curral pode causar deslizamento do Pico Belo Horizonte, diz PBH

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Procuradoria-Geral do Município apresentou nesta quinta-feira (19) à Justiça Federal fatos novos dentro da ação que pede a suspensão do licenciamento concedido à Tamisa.

Serra do Curral é alvo da mineradora Tamisa — Foto: Carlos Eduardo Alvim/TV Globo

A exploração minerária na Serra do Curral, autorizada por meio de licenciamento concedido à Taquaril Mineração S.A (Tamisa), pode comprometer a estabilidade do Pico Belo Horizonte e até causar deslizamento do marco topográfico.

As informações constam em um documento da Procuradoria-Geral do Município, que apresentou nesta quinta-feira (19) à Justiça Federal fatos novos dentro da ação que pede a suspensão do licenciamento. Quatro geólogos foram designados pela prefeitura para estudar o assunto.

Segundo o documento, a cava oeste do empreendimento da Tamisa fica a 150 metros da jusante do Pico Belo Horizonte, que representa a porção mais elevada da Serra do Curral. O pico está na bandeira da cidade e é patrimônio cultural e paisagístico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

De acordo com os geólogos, a proximidade entre os dois pontos “é motivo de preocupação visto que a exploração da área em questão pode resultar em destruição do marco topográfico tombado”. O uso de explosivos na remoção do minério pode gerar vibrações e resultar em movimentos de massa que comprometam a integridade do pico.

Os especialistas concluem que a falta de estudos específicos não permite garantir a estabilidade geotécnica do Pico Belo Horizonte nem “afirmar que a paisagem de Belo Horizonte não será afetada com a abertura da cava oeste”, como vem sendo defendido pela Tamisa e por representantes do governo estadual.

“Se Belo Horizonte for forçada a mudar a sua bandeira pelo deslizamento do Pico Belo Horizonte, o fato não poderá ser considerado um acidente como se tentou imputar a Mariana e Brumadinho, pois o desastre no Pico Belo Horizonte é previsível e anunciado pela falta de estudos geológicos idôneos feitos pela Tamisa”, afirma um trecho do documento assinado pelo procurador Caio Perona.

Ele diz que um eventual deslizamento do talude não afetará apenas o lado de Nova Lima da Serra do Curral, mas também a porção de Belo Horizonte, “o que reforça a indispensabilidade de anuência de Belo Horizonte ao empreendimento”.

Em nota, o governo de Minas disse que, “em respeito aos ritos forenses e à divisão dos Poderes, não comenta ações judiciais e informa que, quando intimado, se pronuncia nos autos dos processos”Afirmou ainda que “os processos de licenciamento em Minas Gerais, atualmente, são formalizados com amplos estudos técnicos, documentos e informações necessárias para análise de viabilidade ambiental e decisão dos conselheiros da Câmara de Atividades Minerárias (CMI) e do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam)””Toda análise de empreendimentos a serem implantados, inclusive os de mineração, é feita em conformidade com a legislação vigente e respeitando os limites que envolvem a mineração no país”, diz a nota.

O projeto

O Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) aprovou o empreendimento da Tamisa na Serra do Curral no dia 30 de abril.

A empresa pretende avançar sobre a serra em duas etapas ao longo de 13 anos. Pelo plano, na fase 1, serão construídas bacias de contenção de sedimentos, estradas internas, além de beneficiamento a seco.

Já na fase 2, o trabalho vai ser focado nas cavas oeste e central. Para isso também será necessário construir bacias de sedimento, outras estradas e também plantas de beneficiamento a seco e a planta de beneficiamento a úmido. A mina da Tamisa será instalada bem próximo ao local onde outras duas mineradoras já fazem a extração de minério na Serra do Curral.

Na primeira fase, será necessário devastar 41,27 hectares de vegetação nativa de Mata Atlântica, dos quais quase seis hectares estão em áreas de preservação permanente. A área total do empreendimento – Área Diretamente Afetada – é de 101,24 hectares.

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As últimas horas de morador de rua que morreu na madrugada mais fria do ano em SP

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Após noite mais fria dos últimos 32 anos para o mês de maio, companheiros e acolhedores contam que morador passou noite fora de abrigo, mas morreu ao chegar para tomar café da manhã.

Leonardo Oliveira disse que encontrava a vítima diariamente no horário do almoço — Foto: BBC

Com frio e fome,Isaías de Faria, de 66 anos, chegou ao centro de convivência São Martinho de Lima, na zona leste de São Paulo, na manhã desta quarta-feira (18/05).

Ele passou por uma triagem e pegou uma senha para tomar um café da manhã distribuído diariamente no local, por volta das 8h. Mas ele teve uma convulsão, caiu e morreu antes de fazer a refeição.

Três horas depois, o corpo permanecia no local, isolado por algumas fitas e coberto por um lençol branco, ao lado de um chapéu e da mochila da vítima.

Isaías era velado pelos olhares cabisbaixos de dezenas de moradores de rua que aguardavam ser chamados para o almoço que também é oferecido de graça no local.

As testemunhas que viram o momento em que Isaías morreu disseram que ele só estava vestido com uma blusa fina e tinha sinais de hipotermia, como dificuldades para se movimentar ou falar.

Procurada, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que “o caso foi registrado como morte suspeita pelo 8º Distrito Policial. Foi solicitado exame necroscópico da vítima para esclarecer todas as circunstâncias relacionadas ao fato”.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a cidade de São Paulo registrou 6,6ºC na madrugada desta quarta, a menor temperatura para o mês de maio dos últimos 32 anos.

A BBC News Brasil foi às ruas do centro e da zona leste da capital paulista para conversar com pessoas próximas a Isaías e outros moradores de rua para entender como eles se preparam para as noites mais frias do ano. O inverno no Brasil começa oficialmente daqui um mês, no dia 21 de junho.

‘Não sentiu dor’

Sentado numa cadeira de plástico, ao lado do corpo, Leonardo Oliveira mora nas ruas e disse que encontrava Isaías diariamente durante o almoço. Ele contou ter presenciado o momento em que o companheiro morreu.

“Quando eu cheguei, ele estava um pouco atrás de mim. Ele pegou a fichinha (para tomar café), foi ao banheiro, depois voltou, ficou um pouco perto da porta e caiu no chão. Não sentiu dor. Nem se mexeu. Do jeito que caiu, ele ficou. Depois, colocaram ele de lado, tentaram socorrer, mas não adiantou”, disse à reportagem.

Oliveira conta que passou a última noite na rodoviária do Tietê, para tentar se proteger do frio. Questionado, ele disse que não tem medo de morrer, mas sente a morte do morador de rua.

“Sinto tristeza. Ele é um irmão. Todo mundo é irmão. Alguns mais diferentes dos outros, mas todos irmãos”, afirmou.

O padre Júlio Lancellotti, da Pastoral do Povo de Rua em São Paulo, disse que a vítima dormiu na calçada antes de ir até o centro de convivência.

“Pelo que sabemos da história dele, ele tinha um quartinho para dormir. O que acontece muitas vezes com as pessoas é que elas têm que escolher entre dormir e comer. E muitas vezes ele vinha comer na comunidade. E, para não ficar sozinho, acaba ficando na rua junto com os outros e acaba correndo esse risco”, afirmou.

O padre conta que ele pode ter sofrido um choque térmico logo que entrou no local para tomar café da manhã.

“Ele só fez o registro, caminhou dez passos e caiu. Os sinais vitais dele pararam. Veio a equipe médica para ver os sinais vitais e tentar reaquecê-lo. Quando o resgate chegou, ele já estava morto”, contou Júlio Lancellotti.

Instantes depois, outro homem apresentou estado de hipotermia no mesmo centro de convivência, mas foi socorrido a tempo.

Em um vídeo publicado no Instagram do próprio padre, é possível ver diversas pessoas tentando reanimar a vítima, que estava quase imóvel.

Ele reagiu e ficou bem logo depois de ser enrolado numa manta térmica e receber bebidas quentes.

“Foi muito complicado reaquecê-lo”, diz o padre.

Abrigo

Muitos moradores de rua se negam a pernoitar em abrigos oferecidos pela prefeitura. O padre Júlio explica que isso ocorre por diversos motivos.

“Uma das questões é a burocracia, a institucionalização e a tutela do poder público. (Ao aceitar o abrigo), o morador de rua perde completamente a liberdade e passa a ser uma pessoa tutelada. Mas nem todos aceitam isso. Também tem questões de relacionamento”, afirmou o padre.

Ele citou como comparação a dificuldade que muitas pessoas tiveram para ficar dentro de suas próprias casas durante as restrições estabelecidas para conter a pandemia da covid-19.

“Com todo o conforto de suas casas, as pessoas não quiseram ficar fechadas e nós queremos que os moradores vivam num lockdown permanente”, afirmou.

A vendedora Aline Belo Rocha, de 22 anos, começou a morar na rua há dez anos, desde que o pai dela morreu.

Hoje, ela vive em uma barraca em frente à Prefeitura de São Paulo, mas se nega ir para albergues por conta do tratamento que disse ter recebido nas três vezes que aceitou ser acolhida.

“Tem muito desrespeito e às vezes levam a gente para muito longe. Na última, me deixaram na Barra Funda e tive de voltar a pé para o centro”, contou à reportagem.

Para amenizar o frio, ela disse que cobre a tenda com uma lona e forra a parte interna com cobertores.

O garçom Rulian Amorim, de 34 anos, vive sozinho nas ruas do centro da cidade mais rica da América Latina. A proteção dele contra o frio é um pedaço de papelão, um plástico preto e um cobertor.

“Eu já vi gente morrer de tudo quanto é jeito aqui”, afirmou.

Como ajudar?

O padre Júlio Lancellotti afirmou que as pessoas que dormem sozinhas são as que mais precisam de ajuda nas ruas.

“Os grupos se protegem entre si. O que ocorre é que às vezes, a pessoa ingere álcool e ela adormece. Mas o álcool é muito volátil, ele congela e a pessoa congela. Qualquer um de nós pode ter uma garrafa com uma bebida quente, um par de luvas ou uma touca para socorrer quando encontrar uma pessoa sozinha. Existe a baixa temperatura e existe a frieza humana”, disse.

A previsão é que as baixas temperaturas persistam em São Paulo nos próximos dias.

Segundo o Inmet, tanto na quinta e sexta (19 e 20/05), os termômetros devem marcar mínimas de 7ºC na capital paulista. No sábado e no domingo (21 e 22/05), a mínima prevista é de 8ºC.

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Casal é encontrado morto a facadas em casa, no Vale do Amanhecer, no DF

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O caso é investigado pela 16ª Delegacia de Polícia, em Planaltina, como duplo homicídio. A perícia da corporação esteve no local do crime durante a madrugada. Segundo os investigadores, ainda não há informações sobre a motivação do ataque.

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