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quinta-feira, 15/01/2026

Helicóptero da Cedae é atingido por tiros no Rio; passageiro sofre ferimento leve

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Um helicóptero usado pela Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) foi alvo de disparos na quarta-feira, 14, enquanto sobrevoava o Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro.

Um homem que estava no helicóptero, funcionário da empresa contratada pela Cedae, foi ferido de leve na panturrilha. A Polícia Civil está investigando o caso.

O helicóptero teve que aterrissar com urgência no Grupamento Aeromóvel de Niterói. A vítima recebeu atendimento no Hospital Estadual Azevedo Lima e está estável, fora de perigo, conforme informações da Cedae.

Por questões de segurança, os nomes do ferido e da empresa para qual ele trabalha não foram divulgados.

Na hora do ataque, a empresa contratada fazia um monitoramento dos rios Macacu e Guapiaçu, que são fontes de água do Sistema Imunana-Laranjal.

A Polícia Civil informou que a 78ª Delegacia de Polícia (Fonseca) está cuidando das investigações. “Os agentes estão fazendo diligências no hospital e outras ações para entender o que aconteceu”, disse a polícia.

Até o momento, não se sabe o motivo nem quem fez os disparos.

No dia anterior, policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Capital fizeram uma operação em São Gonçalo contra o crime organizado. Durante a operação, houve troca de tiros no Complexo do Salgueiro e foram recuperados três carros de luxo usados pelo Comando Vermelho.

Aumento dos ataques contra aeronaves no Rio

A polícia informou que os ataques contra helicópteros blindados cresceram 1800%, embora não tenha detalhado o número exato nem o período avaliado.

Em março do ano passado, o copiloto Felipe Marques Monteiro foi baleado na cabeça durante uma ação policial em Vila Aliança, zona oeste do Rio. Ele ficou nove meses no hospital e recebeu alta em dezembro.

Em fevereiro, um helicóptero da Polícia Militar foi atingido durante operação na Cidade Alta, zona norte do Rio, e teve que fazer pouso forçado.

“Esse é o modo de agir das facções que atiram para evitar a presença da polícia perto das comunidades”, disse a Polícia Civil.

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