O Hamas indicou nesta quarta-feira (2) que está disposto a discutir um cessar-fogo com Israel, mas mantém a posição de que a guerra em Gaza precisa acabar completamente para que qualquer acordo seja aceito.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou no dia anterior que Israel concordou com uma trégua de 60 dias em Gaza e pediu que o Hamas aceite o acordo antes que a situação piore. Trump tem pressionado para que um cessar-fogo seja firmado, um acordo sobre os reféns seja alcançado e o conflito termine.
Trump descreveu a proposta como uma oportunidade para encerrar as hostilidades dentro de dois meses, algo que Israel rejeita, afirmando que o Hamas deve ser derrotado primeiro. Ele ainda mencionou a possibilidade de formalizar o acordo na próxima semana.
Porém, a resposta do Hamas, que enfatiza a necessidade do fim da guerra, levanta dúvidas sobre a viabilidade da trégua proposta. O porta-voz do Hamas, Taher al-Nunu, declarou que o grupo está “pronto” e disposto a analisar um acordo “com seriedade”. Segundo ele, a organização aceitará qualquer iniciativa que claramente indique o término total do conflito.
