Durante as investigações sobre o uso indevido de credenciais de servidoras do Tribunal de Justiça de Goiás para fraudar mandados falsos contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), descobriu-se que outros documentos sigilosos também foram adulterados na base do Judiciário.
A delegada da Polícia Civil de Goiás, Sabrina Leles, afirmou que esses processos falsificados eram constantemente comercializados na internet, especialmente na dark web.
Em uma coletiva realizada na quinta-feira (5/2), a delegada detalhou que os criminosos utilizavam essas credenciais para modificar, apagar e inserir informações fraudulentas nos processos.
A Operação PCGO está investigando a manipulação do sistema do CNJ e do TJGO que resultou na emissão de mandados falsos de prisão para Lula e Moraes.
